terça-feira, 23 de outubro de 2012

Último Capítulo - Última Cena


Chegou o momento da formatura de Daniel. Os formandos estavam sentados em cadeiras perfiladas em frente ao palco. Todos com roupas sociais. 
- Agora o novo Reitor vai falar.
 O novo Reitor Silvio, sobe ao palco e começa seu discurso.
- Existem momentos na vida. Momentos de amor, momentos de confusão, momentos de ilusão, de fé. O estudo é importante, mas não é um diploma que faz um homem. Para que sejam respeitados profissionalmente, o primeiro passo é o respeito e o amor ao próximo. Tratem seus pacientes como se fossem de sua família.
Ao fim do discurso todos aplaudem de pé. 
- Quero chamar o formando Daniel para sei discurso. 
Daniel sobe ao palco e começa seu discurso. 
- Ao longo desses anos, passamos por tantos acontecimentos. Nós aprendemos muitas coisas. Ao longo desses anos, conheci o amor de minha vida. Hoje, estou realizado, pois consegui tudo o que eu queria em minha vida. A parir de hoje, exercerei esta profissão tão bela. 
Gabriella estava em pé ao longe, emocionada segurando seu filho de três anos. Em um local perto dali, estava Amanda deitada em um banco, chovia muito, a moça ficara pobre, chegara ao ponto de pedir dinheiro na rua. Meses depois. Chegou o dia do natal. A casa de Daniel e Gabriella estava animada. Estava tocando musicas de natal. Vários amigos do casal estavam presentes. Todos reunidos em volta da mesa. Daniel levanta-se e começa a falar. 
- Esta é a vida que sempre pedi a Deus. Com meus amigos de verdade, meu filho, a mulher da minha vida. O amor é o sentido da vida. E é assim que finalizo. Felicidade para todos.
A noite estava bastante bela. Com muitas estrelas no céu. 



                                                          Fim  

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 8


Três anos depois. 
- Hugo, visita pra você.
 Hugo levanta-se de sua pequena cama. O rapaz estava completamente acabado. Estava careca, o seu rosto não se dava pra reconhecer, cicatrizes preenchiam seu rosto. Ele saíra de sua cela com um policial acompanhado-o. Ao chegar à sala de visitas, observara Daniel.
- Você não vai largar do meu pé? - indagara Hugo.
- Hoje é o dia da minha formatura. - disse Daniel.
- E daí? - retruca Hugo.
- Você poderia tá se formando hoje. - disse Daniel. - Tinha tudo pra ser um médico brilhante. 
- Em quinze anos eu sairei.
- Mas tu quando sair daqui, não vai ter nada. Provavelmente vai ficar pedindo dinheiro na rua. Ninguém vai querer ceder emprego para presidiário.
- Sai daqui porra. - grita Hugo.
- Tou com a vida feita. - Daniel levanta-se e sai.
Hugo ficara possuído de raiva.  

sábado, 20 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 7

Chegou a hora do casamento. Daniel esperava nervosamente no altar da igreja. A igreja estava repleta de pessoas. A noiva chegara. Gabriella estava linda subindo as escadas da igreja. Gabriella aparecera na entrada da igreja. A moça entrara bem lentamente, indo em direção ao altar. Todos levantam-se. A mulher parara ao lado do seu amado. Foi uma cerimônia linda. Finalmente Gabriella e Daniel conseguiram ficar juntos. Depois da festa do casamento, Daniel e Gabriella estavam no avião, indo para lua de mel na Europa. - Amor, tenho que te dizer uma coisa. - disse Gabi.
- Diga amor.
- A partir de hoje, começamos a montar nossa família. - comenta ela. - Eu estou grávida.
 Daniel se emocionara:
- Eu serei pai?
- Sim amor. - disse Gabriella também muito emocionada. 
 Os dois se beijam.  

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 6

Em uma grande creche, no interior de São Paulo, estava completamente lotado. Cheio de crianças com uma média de uns cinco anos. Um homem sobe no palco:
- Agora pra vocês, a grande apresentação. Carlos cantando a musica " Uni Duni te" 
Carlos aparece com uma roupa de palhaço. O homem dançava e cantava.
- Eu quis saber da minha estrela-guia. Onde andaria meu sonho encantado. Fada-madrinha vara de condão. Esse meu coração sonhando acordado. Vai nos levar para um mundo de magia. Onde a fantasia vai entrar na dança. E quando o brilho do amor chegar.  Eu quero é mais brincar, melhor é ser criança. Uni duni duni te, ô ô ô ô. Salamé mingúe, ô ô ô ô. Sorvete colore. Sonho encantado onde está você?(x2). A caruagem vai seguir viagem. E o trem da alegria vai pedir passagem. Na direção do amor que eu preciso. Do meu paraíso, doce paisagem. Vai nos levar para um mundo de magia. Onde a fantasia vai entrar na dança. E quando o brilho do amor chegar. Eu quero é mais brincar, melhor é ser criança. Uni duni duni te, ô ô ô ô. Salamé mingúe, ô ô ô ô. Sorvete colore, sonho encantado onde está você?(x2).
Carlos fora ovacionado. Ele fora abraçado por todas as crianças. O bom rapaz chorara de emoção. 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 5


Anoitecera. Gabriella estava vestida de noiva. Era um lindo e longo vestido branco, com simples detalhes. A moça estava realizando um sonho.
- Em poucas horas... Estarei casando com o amor da minha vida. 
 A sua vida inteira passara por sua cabeça.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 4


Semanas depois. Em uma cidade pobre da África estava chovendo demasiadamente. Em uma pequena casa de palha, estava acamado o grande Reitor. A sua doença já se desenvolvera bastante. Ele não conseguira falar, não conseguira comer direito, não conseguira respirar muito bem, perdera todos os seus movimentos. Um grandioso ódio crescia dentro dele, mas não podia expressar-se. Lagrimas desciam nos seus olhos. O vilão só pensava no ódio de todas as pessoas que conhecera. No pouco tempo que lhes restara de vida. Seus olhos estavam vermelhos, como fogo. Goteiras de água caiam na sua cabeça. A cama em que ele estava, encharcada se encontrava.  Como o Reitor sobreviveu ao desastre aéreo, e como chegara neste local miserável, não irei contar. Mas o grande vilão, não fará mais nenhum mal para ninguém. 

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Último Capítulo - Cena 3

 As três filhas do Reitor estavam sentadas no sofá, cabisbaixa. 
- As buscas pelo corpo de nosso pai, encerraram-se hoje. - disse a mais velha. 
- Ele foi dado como morto. - confirma a do meio. 
- O papai foi pro céu? - perguntara a mais nova.
 As três se abraçam. De repente a imagem de Camila aparece para as três:
- Minhas filhas. Minhas lindas e amadas filhas. Quero lhes dizer que vocês tem que se unir. Estou em um lugar melhor minhas filhas, não precisam chorar. Amo vocês. 
A bela imagem de Camila desaparecera. As três se abraçaram bem forte, choravam de emoção. 
- Eu amo muito a mamãe. - disse a mais nova. 

Último Capítulo - Cena 2


Gabriella estava ao longe, observando a grandiosa mansão em que morou sua vida inteira. Daniel chegara por trás dela. 
- Tem certeza? - indagara Daniel.
- Tenho sim, nesta casa só vivi mentiras. Está na hora dela virar cinzas. Esquecer meu passado. O meu mentiroso passado. Quero começar uma vida nova.
- Estou orgulhoso de você. - disse Daniel.
- Pode acabar com tudo. - grita a moça.
 Em pouco tempo a grande casa começara a desabar, até virar cinzas. 
- Acabou. Finalmente. - desabafa Gabriella.  

Último Capítulo - Cena 1

Meses depois. Todas as saídas da prisão foram fechadas para evitar fuga. Hugo estava deitado na pequena e dura cama de sua cela quando, um policial disse.
- Visita para você Hugo.
 Minutos depois, Hugo estava entrando na sala de visitas. Na cadeira estava sentado Daniel.
- O que faz aqui? - indagara Hugo.
- Sente-se porra. - ordenou Daniel.
 Hugo sentou-se. 
- Por que, você tentou me separar da mulher que amo? - indagara Daniel. 
- Vou te confessar uma coisa. Desde que éramos crianças, eu tive inveja de você. Por exemplo. O seu gato que morreu atropelado. Fui eu que matei. Você sempre ficava com as meninas nas festas, e eu só. Eu vi a Gabriella primeiro, mas você ficou com ela. As minhas namoradas, gostavam mais de você.
Daniel ficara irado:
- Seu merda. Qual o motivo de matar o Roberto?
- Primeiramente, - disse Hugo. - o Reitor é meu padrinho. Sou cúmplice dele. Quando o seu primo Erick morreu inexplicavelmente, fui eu que o matei. A mando do meu querido padrinho. 
 Daniel cospe no rosto de Hugo.
- Pensei que éramos melhores amigos. - disse Daniel.
- Sempre te odiei. - comenta Hugo.
- Você é o demônio. - disse Daniel chorando muito.
- Eu vou ter que passar vinte anos aqui, e não estou reclamando.
- O inferno é pouco pra você. - Daniel saíra.
Ao entrar de novo na cela, Hugo percebera que seus quatro companheiros de cela estavam furiosos. 
- O que foi? - indagara Hugo.
- Soubemos que você e o Reitor tinham planos para fugir daqui sozinhos e nos deixar aqui. - disse Emanuel.
- O que vocês vão fazer comigo?
- De hoje em diante a sua vida aqui vai virar um inferno. - disse Paulo. - Primeiramente vamos te espancar até você ficar sem falar. Ninguém vai te ajudar, porque os próprios tiras receberam dinheiro pra não fazer nada.
Todos agarram Hugo.
- Não! - gritara Hugo.
O vilão passara a noite inteira sendo espancado. 
  

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Penúltimo Capítulo - Cena 7


Ricardo estava sentado na poltrona do avião. Preparado para ir pra França. Tentar viver uma vida nova. Um linda mulher senta-se ao seu lado. Era Bruna. 
- Qual é o seu nome? - indagara Ricardo.
- Bruna. - respondera.
- O meu é Ricardo.
 Ricardo notara que Bruna estava chorando. 
- O que houve? - indagara Ricardo.
- Vou te falar uma coisa. Eu sou lésbica, tive uma namorada chamada Amanda, mas descobri que ela fez uns golpes aí. Estou só.
- Eu também, perdi meu irmão, ele era a minha única família. 
O avião decolara. Depois de um longo tempo conversando os dois trocavam olhares. Depois se aproximam lentamente um do outro. Beijam-se. Ao chegarem na frança os dois começaram a namorar. Ficaram noivos. Casaram e tiveram dois filhos. 

Penúltimo Capítulo - Cena 6

 Bianca estava deitada em sua cama, quando alguém bata na porta. Ao abrir a moça abrira logo um sorriso. Era Allan. Os dois se abraçam. 
- Eu te amo muito. - disse Bianca. 
- Você quer casar comigo? - indagara Allan.
 A mulher sorrira, e chorara de emoção: 
- Claro que sim, eu te amo, e finalmente nós podemos viver juntos, sossegados. 
Os dois se beijam, e finalmente irão poder viver juntos, felizes, em paz e com muito amor. 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Penúltimo Capítulo - Cena 5

    Rogério e Ramon conversavam sentados no sofá da casa de Rogério. Alguém bate na porta. Ramon abrira a porta. Era o ex Reitor inteiramente sujo. 
- O que faz aqui? - indagara Ramon.
- Preciso de sua ajuda Rogério. - disse o Reitor entrando na casa. - Estou completamente pobre, perdi tudo. Até meu jatinho eu perdi. Preciso fugir do país com seu jatinho. Por favor, me ajude. Meu irmão. Você é a única família que tenho. Eu prometo que se você me ajudar, faço tudo que você quiser.
- Eu vou também, acho que mais cedo ou mais tarde a policia vem.
Escutam-se barulho de sirenes. O Reitor e Rogério se apressam ao sair, mas quando Ramon se preparara para sair, o Reitor disse.
- Pra onde você vai?
- Fugir com vocês. - respondera Ramon.
 Rogério estendera-lhe uma arma. Dispara apenas uma vez. Minutos depois, Ramon estava estendido morto no chão. Com um furo de bala no olho. Quase dez minutos depois, vários policiais invadiram o apartamento.   O delegado Norberto entrara e observara o seu ex ajudante morto no chão.
- Ele cravou a própria sepultura. - disse o delegado.
- O Rogério fugiu. - disse um policial.
- Merda! - gritara Norberto.
 Rogério e o Reitor estavam no jatinho sobrevoando a cidade de São Paulo. Rogério pilotava. Um bom tempo depois, o jatinho já estava passando pelo oceano Atlântico. Mas algo de inesperado acontecera. Uma grandiosa e terrível tempestade acontecera
- Droga, a gente vai morrer. - disse desesperadamente o Reitor.
 O jatinho perdera o controle. Logo depois o jatinho caíra, e se perdera no meio do grandioso oceano.  

sábado, 6 de outubro de 2012

Penúltimo Capítulo - Cena 4

 Ao anoitecer, no departamento em que jantam os presos, o Reitor palestrava para todos. 
- Eu vou fugir primeiro. Vocês irão me colocar no escapamento de ar, localizada no teto. Depois pego o meu jatinho particular, que é a única coisa que tenho, e venho pra tirar vocês daqui. 
  Minutos depois Otávio já estava entrando pelo escapamento de ar. Os policiais perceberam, e imediatamente colocaram todos os presos atrás de suas respectivas celas. 
- Alguma coisa me diz que ele não volta. - disse Hugo.
Policias conversavam entre si.
- Vamos pega-lo de novo. - disse um.
- Não precisa. - disse o outro.
- Por quê? 
- Assim que ele fez os exames, diagnosticamos que ele tem uma doença bastante rara, esclerose lateral amiotrófica. 
esclerose lateral amiotrófica (ELA), também designada por doença de Lou Gehrig[1] e doença de Charcot, é uma doença neurodegenerativaprogressiva e fatal, caracterizada pela degeneração dos neurônios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos, e com a sensibilidade preservada.
É a forma mais comum das doenças do neurônio motor e o termo esclerose lateral refere-se ao "endurecimento" do corno anterior na substância cinzenta da medula espinhal e do fascículo piramidal no funículo lateral da substância branca da medula, no qual se localizam fibras nervosas oriundas de neurônios motores superiores, formando o trato cortico-espinhal lateral.
Os músculos necessitam de uma inervação patente para que mantenham sua funcionabilidade e trofismo, assim, com a degeneração progressiva dos neurônios motores (tanto superiores, corticais, quanto inferiores, do tronco cerebral e medula), ocorrerá atrofia por desnervação, observada, na clínica, como perda de massa muscular, com dificuldades progressivas de executar movimentos e perda de força muscular.
Entre as personalidades famosas afectadas por esta doença encontram-se: Lou Gehrig (jogador de baseball norte americano), David Niven (actor britânico), o físico Stephen Hawking e os músicos norte americanos Charles Mingus, o futebolista polonês Krzysztof Nowak (jogou no Brasil peloClube Atlético Paranaense[2]), Mike PorcaroLeadbelly e Jason Becker. O músico português José Afonso também morreu da doença. No BrasilWashington, ex-futebolista da Seleção Brasileira, do Clube Atlético Paranaense e do Fluminense Football Club é portador de E.L.A[3]

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Penúltimo Capítulo - Cena 3

 Daniel conversava com Gabriella no seu telefone.
- Amor, vou a Brasília no jatinho particular da Universidade. Para assinar uns papeis.
Minutos depois entrara no jatinho, e logo depois o jatinho já estava no ar. Quando menos se espera, Rafael saíra da cabine do piloto:
- Matei o piloto, agora somos só nós dois. 
 Rafael tinha um paraquedas para quando matar Daniel, pular do avião. O vilão apontara uma arma para Daniel. A arma dispara. O tiro pegara no peito de Daniel, fazendo-o cair. Rafael dera uma risada de vitória. O bandido abrira a porta do avião, e quando fora pular, Daniel levanta-se.
- Desde que você atitou em mim, ando de colete. 
Daniel dar um soco em Rafael fazendo-o cair no chão do jatinho. Daniel chuta o paraquedas fazendo-o parar longe. Os dois começam a brigar. O vilão dera um soco no mocinho, o mocinho retribuíra com outro soco. Rafael tentara pegar sua arma, mas Daniel desta vez dera um soco tão forte que o bandido se desequilibrara e caíra do avião. Daniel pegara o paraquedas e pulou do mesmo. Daniel aterrissara em uma grandiosa fazenda. Mas quando olhara para o lado, vira Rafael caído no chão, inteiramente ensanguentado. Rafael morreu. 
- Acabou. - disse Daniel. 

Penúltimo Capítulo - Cena 2

  Dias depois. O Reitor fora condenado a trinta anos de prisão, Hugo fora condenado a vinte anos, Emanuel e Paulo foram condenados a doze anos. Todas as contas do Reitor foram bloqueadas. Todo o seu dinheiro guardado nos seus cofres foram levados. O Reitor estava pobre. O Reitor conversava com muitos presidiários ao seu redor, inclusive Hugo, Emanuel e Paulo. 
- Hoje a noite vamos fazer uma fuga. - o Reitor começara a contar o plano.  

Penúltimo Capítulo - Cena 1

 A macha nupcial começou a tocar, Gabriella linda vestida de noiva entrava pela igreja. Hugo estava esperando-a no altar. Gabriella chegara ao altar. O padre começou a celebrar a cerimônia. Em um determinado momento o padre perguntara.
- Hugo, deseja aceitar a Gabriella como sua legitima esposa?
- Sim. - disse ele. 
- Gabriella, deseja aceitar o Hugo como seu legitimo esposo?
 Quando ela fora responder, alguém interrompera. 
- Ela não pode se casar com ele.
Era Daniel.
- Foi esse desgraçado que matou o Roberto. - grita Daniel. 
 O delegado Norberto entra na igreja e ordenara para quê os policiais levassem Hugo.
- Por que você o matou? - indagara Norberto. 
- Teve um dia, na Universidade, estava assistindo aula quando o Reitor me chamou. Ele me deu dinheiro para mata-lo.
 Hugo fora levado. Daniel e Gabriella se abraçam bem forte. Depois se beijam.

Capítulo 19 - Cena 6

Chegou a hora do casamento. Hugo com uma cara de satisfação, esperava na porta da igreja.
- Consegui. - dissera-lhe para si mesmo.

Capítulo 19 - Cena 5

 O delegado Norberto, digitava algo em seu computador na mesa de seu escritório. Quando alguém bate na porta.
- Pode entrar. - disse Norberto.
Uma linda mulher entra:
- Chegou mais um envelope pra o senhor.
 O delegado visualiza o envelope que dizia “A ÚLTIMA COORDENADA". Quando abrira, vira um DVD dentro. Colocara dentro de seu computador e começara a assistir. 
- Não estou acreditando, o vídeo do assassinato de Roberto. - disse o homem. - Nunca saberei quem enviou, mas pelo menos sei quem é o assassino.

Capítulo 19 - Cena 4

 Dias depois. Gabriella estava se preparando para o seu casamento, pois só faltavam poucas horas. A moça olhava-se no espelho. 
- O que eu faço? - perguntava-se a moça. 
A moça ouvira um barulho de sirenes e ao olhar vira Paulo e Emanuel, serem levados por policiais.
- Onde será que está o Rafael?

Capítulo 19 - Cena 3

 Bianca estava ao lado da cama de Ricardo, lamentando-se. Aos poucos Ricardo fora abrindo os olhos e sorrira para Bianca. Com muita alegria a moça abraçara Ricardo.
- Quer casar comigo? - perguntara Ricardo.
- Ricardo, estou muito feliz por ter acordado, mas não posso aceitar.
- Por quê? - indagara ele.
- Eu me apaixonei por outra pessoa, desculpa.
 A moça saíra. Ricardo ficara chorando. Pensando em tudo o quê ele perdera.

Capítulo 19 - Cena 2


Paulo e Emanuel bebiam a beira da piscina. Quando Fumiko aparecera na sua frente. 
- Quem é você? - indagara Paulo.
- Meu nome é Fumiko. Trabalhava para o Reitor.
- O que você quer? - perguntara Emanuel.
- Sobe que vão fugir, quero ir com vocês. 
Paulo se levanta, pegara uma arma e com muita força batera na cabeça de Fumiko. O estrangeiro caíra na piscina.
- Pegue o barril que contem   a criação de piranhas do Rafael. - ordenara Paulo.
 Minutos depois Emanuel chegara com um enorme barril. Despejara as piranhas dentro da piscina. Logo depois a piscina estava vermelha de sangue. Fumiko fora devorado.

Capítulo 19 - Cena 1


Carlos e o seu professor de Neurologia, tomavam um café na mesa da cozinha da casa de Carlos. 
- Professor, vou no banheiro já volto. Fique a vontade. - Carlos saíra.
- É agora que vou investigar a vida dele. - disse o professor. 
Bem de fininho o professor entrara no quarto de Carlos. Começa a revirar suas gavetas, até que encontra uma redação de Carlos. Na redação dizia. "Os prazer de estar juntos" "A familha são prazerozas de conhecerem para ser normais e reunidos...”.
- Este é o rascunho do vestibular. - disse o professor. - Ele deve ter entrado no curso porquê devem ter trocado a prova dele. 
O professor achara outra coisa, era o boletim escolar de Carlos. A maior média era cinco. 
- Professor? - indagara Carlos. - O que faz aqui no meu quarto?
 O professor o encarara:
- Você está expulso da Universidade, Carlos.
Carlos ficara abismado.  

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Capítulo 18 - Cena 6


Ana Júlia andava cabisbaixa pelas ruas de São Paulo. Do outro lado da rua estava Ramon em um carro preto, observando-a. O vilão acelerara o carro. Quando a moça percebera, tentou correr, mas já era tarde de mais. Ana Júlia fora atropelada, e arremessada a uns trinta metros. A bela mulher ficara estendida, morta na rua. A bela mulher Ana Júlia está morta. 
- Trabalho feito. - disse Ramon.
O carro preto sai em disparada. 

Capítulo 18 - Cena 5


Allan e Bianca planejavam fugir do cativeiro. Allan jogara uma pedra em uma janela alta, quebrando-a. O rapaz segurara a moça bem alto fazendo-a sair pela janela. 
- Saia daqui. - disse Allan. 
- Eu não vou sair sem você. - disse ela. 
- É uma ordem. - ordena Allan. - Eu te amo, seja feliz longe daqui. 
 Chorando muito a moça saíra correndo. Minutos depois, Allan escuta um barulho de carro estacionando. Logo depois escutara o barulho de alguém descendo as escadas. Violentamente Rafael entrara. 
- Cadê a Bianca. - indagara Rafael furiosamente. 
- Eu a ajudei a fugir. - disse Allan.
- Desgraçado. - explode Rafael. 
- Você não vai se dar bem nessa. - provoca Allan.
- A partir de hoje, não passarei mais aqui, vou deixar você morrer de fome. 
 Rafael sai. 

Capítulo 18 - Cena 4


Bruna observava Amanda ao longe. Aproximara-se.
- Amanda? - disse Bruna.
- Bruna? - disse Amanda surpresa. - Há quanto tempo. 
 As duas se abraçam. 
- Sabe Amanda, não te vejo desde a época que a gente terminou o namoro.
- Namorar mulher dar tanto menos trabalho do quê namorar homem. - comenta Amanda.
 Depois de um longo tempo uma olhando para outra. As duas se aproximam bem lentamente e se beijam. 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Capítulo 18 - Cena 3


Gabriella estava deitada pensativa em sua cama. Rafael entrara indelicadamente. 
- Matei o seu Daniel. - disse o vilão.
- O que?
- Ele virou cinzas.
- Seu monstro. - disse a moça desesperada. - Você matou o homem de minha vida. 
- Nunca perco minhas batalhas. - Rafael estava com uma expressão de gozação.
 O vilão sai. A mulher ficara desesperada.  

Capítulo 18 - Cena 2

 Daniel estava deitado em sua cama refletindo. O seu telefone toca. Ao atender escuta aquela voz grave. Era Rafael. 
- Sequestramos a Gabriella. - disse a outra voz. - Venha sozinho para o antigo prédio da "ARST" ou então a matarei.
 Daniel ficara apavorado, mas saíra correndo de casa. Ao entrar no prédio antigo, Daniel observara Rafael, Paulo, e Emanuel. 
- Você caiu em nossa armadilha. - disse Rafael.
 Rafael aponta uma arma para o moço. Disparam-se dois tiros. Um passando de raspão no braço de Daniel, e o outro em seu  peito direito. O bom rapaz desmaia. Os vilões amarram Daniel em uma cadeira velha.    Rafael e seus amigos saíram do prédio deixando Daniel. Rafael segurara um controle e apertara o botão vermelho. Em segundos, o antigo prédio explode completamente. Deixando escombros e cinzas. 
Será o fim de Daniel? 

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Capítulo 18 - Cena 1

Hugo observara Gabriella sentada no sofá. Aproximara dela e com muita força agarrara a moça.
- Você vai casar comigo no fim da semana ou eu mato o Daniel. - disse ele como se estivesse possuído.
- O que? - indagara ela.
- Você vai imediatamente ligar pra ele, e dizer que vai casar comigo, vai dizer pra ele nunca mais te procurar.

Capítulo 17 - Cena 6

  Dias depois. Ana Júlia estava sentada em um pequeno banco em uma pracinha. Daniel senta-se ao seu lado.
- Oi amor. - disse Ana Júlia.
- Precisamos conversar. - disse Daniel.
- Pode dizer. - comenta ela desconfiada.
- Eu estou apaixonado por outra mulher. Não quero te enganar. Acho melhor a gente terminar.
- Foi bom enquanto durou. - disse ela.
 A bela moça levanta-se e sai chorando muito.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Capítulo 17 - Cena 5


O Reitor estava sentado sozinho em sua poltrona, lendo um jornal. Alguém bate na porta. Ao abrir a porta, era simplesmente aquele mesmo homem misterioso que descera de um ônibus desacompanhado. O nome do homem era Silvio. 
- Finalmente posso ficar cara a cara com você. - disse Silvio.
- O que você quer? - indagou o assustado Reitor.
- Há dez anos, quando você matou meu pai, eu filmei tudo. E agora sabendo onde você está finalmente entreguei o vídeo para a polícia. 
 No momento em que o delegado Norberto invadira a casa dizendo. 
- Você está preso Reitor.
 O Reitor ficara apavorado. 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Capítulo 17 - Cena 4

 A banda The fervers, cantava em um grande centro de exposições a céu aberto, em comemoração ao ano novo. A música Mar de Rosas. Daniel e Ana Júlia observavam abraçados, o Show. Estava tudo maravilhoso, um mar de pessoas de branco. The Fervers começou a tocar a musica "Ninguém vive sem amor". Daniel e Ana Júlia se beijavam apaixonadamente. 
- Amor já volto. - disse Daniel.
 Daniel começara a andar pela multidão. Quando menos se espera, ele se chocara com uma linda mulher com um lindo vestido branco com detalhes vermelhos. Quando percebera era simplesmente Gabriella.
- Desculpa. - disse ele.
- Tudo bom Daniel? - indagara a mulher.
- Sim. E você?
- Vou te confessar uma coisa. - comenta Gabriella.
- Pode dizer.
- Eu ainda sou completamente apaixonada por você. - dissera-lhe a moça.
 Por impulso os dois se aproximam e se beijam. Ao longe Hugo observara a cena. 
- Isto não vai ficar assim. Nem que pra isso eu tenha que mata-lo. 


quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Capítulo 17 - Cena 3

Meses se passaram. Último dia do ano, todos se preparavam para o ano novo. Olhando para o espelho Daniel vestia sua roupa branca. 
- Ano novo, vida nova. - disse para se mesmo. 
Alguém bate a porta. Ao abrir a porta, avista aquela linda mulher com um longo vestido branco. Era Ana Julia. A bela moça adentra o apartamento, com uma sensualidade imensa.
- Preparado para o novo ano? - indagou a mulher. 
- Claro que sim. - respondeu ele.
 O dia anoitecera aos poucos, estando cada vez mais perto de se dizer. “Feliz ano novo". 

domingo, 16 de setembro de 2012

Capítulo 17 - Cena 2


 Gabriella observava o anoitecer pela janela de seu quarto.
- Eu ainda amo o Daniel. - disse ela. - Preciso terminar com o Hugo imediatamente.
 A moça começara a relembrar os belos momentos que passara com Daniel. 
Rafael entrara em seu quarto.
- Está tudo bem? - indagara ele. 
- Vá embora, não quero te ver nunca mais, seu assassino. - exclamara  Gabriella.
- Você está começando uma guerra. Você vai se arrepender.
- Eu não tenho medo de você. - provocou Gabi.
 Parecendo que iria explodir, Rafael sai. Gabriella cai em prantos. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Capítulo 17 - Cena 1

Daniel e Ana Julia estavam sentados a uma belíssima mesa à luz de velas, em um luxuoso e romântico restaurante. Dava-se para ver o brilho no olhar meigo e bondoso de Ana Julia. 
- Espero ser para sempre sua. - Disse Ana Julia. 
- O nosso amor é infinito! - retruca Daniel. 
- Eu te amo desde a primeira vez que te vi. - comenta a bela mulher.
- A nossa história de amor é antiga. - responde ele. - A mais bela e bonita história de amor. 
 ”Eu tenho que esquecer Gabriella." Pensou Daniel. 
 Os dois se aproximam lentamente, e se beijam. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Capítulo 16 - Cena 6

A cidade de São Paulo anoitecera. Um frio extremo atormentava a cidade. Na estação, um grande ônibus preto de vidros espelhados parou. Apenas um homem descera do ônibus, envolvido em um ar de mistério, vestido de preto, aparentando seus trinta anos.
- Chegou o momento, Reitor! - disse o homem. -  Há dez anos você matou meu irmão... E agora o senhor vai pagar caro!  

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 5


No dia seguinte, o enterro de Camila estava acontecendo, várias pessoas se reuniram. As três filhas estavam curvadas sobre a tumba. 
- Eu quero a mamãe. - disse a irmã mais nova chorando. 
- Ela disse pra nos unirmos. - comenta a irmã do meio.
- Nós sempre estaremos juntas. - conforta a mais velha.
  As três se abraçam. Um lindo e grande sol se abre no céu. 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 4


O Reitor apreciava suas filhas mais novas dopadas e deitadas na cama de um pequeno quartinho de empregados que ficava nos fundos de sua enorme casa. 
- Em breve, Camila estará morta. - pronunciou Otávio. 
O Reitor saíra e trancara a porta de madeira. Minutos depois ele já estava dormindo em sua luxuosa cama. Aproveitando-se de que a porta estava aberta, Camila entrara silenciosamente. Ao subir a grandiosa escada de vinte e cinco degraus, notou que o seu ex-marido estava dormindo ao ver pela porta do seu quarto. Camila também reparou em uma chave muito antiga ao lado do Reitor na Cama. 
Só pode ser do quarto das empregadas. 
 A moça com o maior cuidado do mundo aproximara-se e pegara rapidamente a chave. Um minuto depois já estava abrindo o quarto das empregadas. As filhas diretamente correram para o seu braço. 
- Filhas corram, saiam logo daqui. 
- Você não vai mãe? - indagara sua filha do meio.
- Filhas eu não posso sair agora. Mas eu só quero que vocês saibam que... A mamãe ama muito vocês, e digam isto para sua irmã também. Eu estarei sempre com vocês, onde quer que vocês estejam. 
- Eu te amo mamãe! - disse sua filha mais nova. 
 As três se abraçam.  As duas meninas partem em disparada. Camila levanta-se, chorando controladamente. O Reitor aparecera pela porta, com uma faca pontuda na mão. 
- Chegou sua hora minha cara. - disse o Reitor. - Preparada para morrer?
- Me mate, mas deixe minhas filhas em paz.
Otávio sem a menor piedade cravara a faca no peito de Camila. A mulher cambaleava pela casa, e ao chegar à ponta da escadaria... O Reitor lhe empurrou. 
- Agora o grande final. Queimar o corpo. 
Camila estava morta no chão da entrada da casa. 

sábado, 9 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 3


Camila andara pelas ruas de São Paulo, em direção da escola de suas filhas. Ao chegar na escola, a diretora estava desesperada. A mulher se aproximara da diretora:
- O que foi Dona Drokgnna?
- As suas filhas foram sequestradas por dois homens de preto com mascaras. - disse a diretora desesperada. Camila ficara em estado de choque:
- Sei onde elas estão. Vou salvá-las. Não chame a polícia.
 Camila saíra correndo. 

domingo, 3 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 2

Ricardo estava sentado em sua cama. Lembrando-se de seu irmão, e de Bianca. Ele estava completamente arrasado:
- Vou me matar. É a única forma de parar de sofrer.
Ricardo andava pela Avenida Paulista, quando avistara aquele enorme caminhão carregado de alimentos para doação. 
- Adeus vida. - disse ele.
Se posicionara em frente ao caminhão em alta velocidade. Ao ser atropelado ele fora arremessado uns dez metros. Um tempo depois Ricardo ainda vivo, mas sem consciência fora levado por uma ambulância. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 1

Chovia demasiadamente. Rogério digitava algo em seu computador. Quando Ramon entrara lentamente pelo seu escritório e sentara-se na cadeira perto da de Rogério. 
- As mortes da sua parenta Ana Julia e a do seu namoradinho dela já estão encomendadas. - disse Ramon.
- Muito bom. Bom trabalho. Espero que você sempre seja leal. Ou você já sabe o que vai acontecer. 
Ramon ficara amedrontado. 

sábado, 26 de maio de 2012

Capítulo 15 - Cena 5

 Allan e Bianca conversavam sentados no sujo e nojento chão do cativeiro em que estavam aprisionados. 
- Vou te confessar uma coisa Bianca. - disse Allan em um tom calmo. - Nesse tempo em que estamos aqui presos, eu pude lhe conhecer muito bem. Bianca, eu me apaixonei por você. Se eu sair vivo dessa, eu quero passar o resto de minha vida com você.
- Você me ajudou muito. Você foi a pessoa que mais me ajudou em toda minha vida. Notei uma ligação muito forte entre mim e você.
- Eu posso até morrer, mas antes eu te salvo. - comenta Allan.
Bianca não tinha esperanças de que se salvasse:
- Vai acabar tudo bem, você vai ver.
 Os dois aproximam-se lentamente, e, beijam-se como no cinema.   
  

domingo, 20 de maio de 2012

Capítulo 15 - Cena 4

 O Reitor, conversava com seu novo funcionário, Fumiko, em seu carro em frente à escola de suas filhas menores. Fumiko era um japonês de trinta anos que simplesmente aos doze anos foi morar nos Estados Unidos, onde morou por dez anos. Aos vinte e dois anos foi morar em São Paulo, onde estudou português. Nesse meio tempo em que morou em São Paulo, por um motivo misterioso ele entrou para o mundo de contrabandear drogas e armas. 
- Nós vamos esperar as minhas filhas saírem do colégio, para nós sequestra-las. - disse o Reitor.
- Isto vai ser perigoso? - indagou Fumiko.
- Eu não te pago pra fazer perguntas. O ano que vem vou me candidatar mais uma vez a cargo de Reitor. Minhas filhas, e principalmente minha mulher tem que ficar longe de meus planos.
- O.K. 
- Elas devem sair às doze horas.   

domingo, 13 de maio de 2012

Capítulo 15 - Cena 3

 Ricardo estava chorando demasiadamente sobre sua cama:
- Primeiro eu perdi meu irmão. Agora eu não tenho mais a mulher da minha vida. Por que? Quando eu vou ser feliz de verdade meu Deus? Só acontece desgraça em minha vida. 

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Capítulo 15 - Cena 2

 Bruna entrara em uma lanchonete se dirigira ao caixa e disse. 
- Moça você pode me preparar um hambúrguer pra viajem?
A moça olhando-a meio esquisito:
- Pra fora daqui sua sapatona.
- Que mundo é esse? Que as pessoas são extremamente preconceituosas. - se pergunta Bruna.
Um homem sentado em uma cadeira do outro lado da lanchonete grita. 
- Se ela fosse gente, eu iria comer ela lá em casa.
A bela moça, Bruna, ficara apavorada. 
- Sai daqui sua vaca. - grita uma mulher.
 Bruna saíra correndo. 

sábado, 28 de abril de 2012

Capítulo 15 - Cena 1


 Ana Julia e Daniel passeavam de mãos dadas na pracinha. A bela moça vira-se para Daniel:
- Eu te amo tanto.
- Nossa história de amor, começou na quarta série. Fomos feitos um para o outro. Como duas almas gêmeas. Eu sempre tive vergonha de dizer isso mas... Desde a primeira vez que eu te vi. Entrando lá na sala de aula. O meu coração acelerou. Você foi meu primeiro amor. Eu me lembro, do último dia de aula na quarta série. Eu te pedi em casamento. Te dei até a aliança da minha mãe. - disse Daniel.
- Eu me lembro desse dia - comenta ela recordando-se.
- Eu quero passar a minha vida inteira com você. - confessa Daniel.
  Ana Julia sorrir. Daniel se ajoelha e retirando um objeto dourado do bolso:
- Ana Julia. Você quer casar comigo? - indagou Daniel.
A moça sorrir:
- Mais é claro que eu quero.
 Daniel levanta-se e os dois se beijam.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Capítulo 14 - Cena 6

Amanda estava completamente pelada na cama do luxuoso hotel. Quando alguém bate na porta.
- Pode entrar. - disse Amanda com um sorriso no rosto. 
Hugo entrara. 
- Hoje é dia de comemorar. - disse Hugo.
- Por que motivo? - indagara Amanda.
- Consegui. Estou noivo de Gabriella. Vencemos a guerra. Agora é só esperar pelo golpe. 
Amanda sorrir. Logo depois os dois se abraçam. Momentos já estavam deitados na cama transando.

Capítulo 14 - Cena 5

 Um mês depois. Chegou o momento da formatura de Rafael. Todos os formandos estavam enfileirados na frente de um grande palco iluminado. Os homens usavam paletós e as mulheres lindos vestidos longos verdes. O Reitor fora chamado para discursar. Otávio subira no palco pegou o microfone e começou a falar.
- Boa noite. Mais uma etapa de vossas vidas encerrara hoje. Uma nova sempre começa. Lembro como se fosse hoje, a expressão de vocês ao entrarem pela primeira vez na sala de aula. A primeira cirurgia assistida por cada um. Agora eu posso dizer. Vocês são médicos e médicas. Doutores e Doutoras. Adora, é a hora de cada um de vocês se separarem. A Residência vem ai. Eu tenho muito orgulho de vocês. Eu só quero que vocês me prometam uma coisa. Mesmo que o paciente esteja em estado terminal. E não tiver mais jeito, nunca desistam. Também sempre sigam seus sonhos. 
Quando menos se espera Camila entra pela porta da frente ver o seu ex-marido e grita.
- Seu desgraçado pedófilo. Nunca mais se aproxime de minhas filhas.
O Reitor começara a chorar falsamente:
- Desculpem gente essa é minha ex-mulher. Ela rejeita um tratamento. Eu não sei o que faço. Ela está doente. 
 Camila ficara sem acreditar. Rafael ficou sem entender nada. Quando dois seguranças grandalhões retiram Camila do local.        

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Capítulo 14 - Cena 4

 Os bandidos chegaram no cativeiro. Rafael sai do carro. E logo depois estava entrando no mesmo com Bianca desmaiada em seus braços. O vilão jogara a moça perto de Allan.
- O que você fez? - disse Allan indignado. Agora você está prendendo uma linda mulher inocente?
- Cala boca! - grita Rafael.
 Logo depois o vilão sai trancando a porta.
- Eu vou cuidar de você. - disse Allan para a menina desacordada. 

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Capítulo 14 - Cena 3

  Ricardo e Bianca andavam pelas beiradas das belas ruas de São Paulo. Quando, de repente, dois homens com mascaras de monstros, acertam uma punhalada na cabeça de Ricardo, fazendo-o desmaiar. Um dos homens agarra a bela Bianca pelas costas. 
- Me solte! - grita Bianca perplexa.
 O mesmo bandido pressiona um pano contra o rosto da moça. Fazendo-a desmaiar em poucos segundos. Os bandidos colocam a linda mulher na mala do carro. Quando um dos bandidos retira a mascara, revelando ser Rafael.
- Essa ai vai ficar presa até virar tripa seca. - disse Rafael com a maior tranquilidade. 
 Minutos depois. O carro partira em disparada. 

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Capítulo 14 - Cena 2

 O delegado Norberto, estava sentado em sua mesa refletindo, quando, de repente, Ramon entrara pela porta principal. 
- Onde estava você? - perguntou Norberto.
- Te vejo no inferno porra.
Ramon firmemente estendera uma arma. 
- O que você vai fazer? - indagou Norberto levantando-se apavorado.
- Te matar.
A arma dispara. Porém a bala pegara na mesa. O delegado rapidamente retira uma arma do bolso e apontara para Ramon.
- Vá embora! - exclama Norberto.
Ramon desesperado saíra correndo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Capítulo 14 - Cena 1

Gabriella recebera a noticia de sua liberdade. Minutos depois a moça já estava saindo pela porta da delegacia muito emocionada. Com vontade de fazer justiça. Descobrir quem matou seu pai. No instante, Hugo estaciona o carro ao lado dela. 
- Vamos amor. - ordena Hugo.
- Vamos.
- Fez justiça minha linda. - disse Hugo. 
- Agora só falta descobrirem o verdadeiro assassino.
 Hugo ficara calado por uns segundos.
- A polícia brasileira, de qualquer modo, é muito fraca. Acho muito difícil encontrarem o assassino.
- Temos que ter fé. - disse Gabriella.
Hugo sorrir.   

sábado, 24 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 5

   O delegado Norberto estava em sua mesa no escritório, quando alguém bata na porta.
- Pode entrar. - disse ele.
Uma bela e jovem secretária entrara em seu escritório. Carregando um envelope branco. A bela moça deixa a pasta em cima da mesa. Ao ver o envelope o delegado se surpreende. Estava escrito na primeira pagina. “Segunda Coordenada".
- Quem entregou isso aqui? - perguntou Norberto assustado. 
- O entregador não foi identificado. Deixaram isso aqui na portaria. 
Ao abrir o envelope. O delegado calmamente começa a ler.
“Acabaram de cometer uma injustiça. O verdadeiro assassino estava na residência no fato ocorrido, desde que o dia amanheceu."
- Mande liberarem a Gabriella. - ordenou Norberto.
 A secretária retira-se.    

sexta-feira, 23 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 4

  O Reitor estava sentado na cadeira do birô de seu escritório. Quando alguém bate na porta.
- Pode entrar. - disse o Reitor em tom grave.
 Quando a porta abre. Camila entrara com uma expressão bem raivosa. 
- Eu vou entrar na justiça pra você não poder mais ver minhas filhas. 
- Você está brincando com fogo. - comenta o Reitor calmamente.
- Se você se aproximar de minhas filhas, eu te mato. - disse a mulher transtornada.
- Você é uma covarde. Não faria isso.
- Veremos. - ela estava perdendo as estribeiras.
 Ela sai furiosa. O Reitor ficara com um sorriso malicioso.   
  

quarta-feira, 21 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 3

  Carlos estava caminhando pelos arredores da Universidade. Acompanhado pelo seu professor Jamantano. Quando um homem muito velho desmaia na entrada principal.
- Carlos. Vá ajudar.  - disse o professo.
 Carlos muito desengonçado corre em direção ao homem. Carlos senta-se ao lado do homem:
- O que o senhor está sentindo?
 O velho parecia morto.
- Ai meu Deus. O velho morreu. - disse Carlos desesperado.
- Como esse ser humano conseguiu passar no vestibular pra medicina? - pensou o professor.

terça-feira, 20 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 2

  Allan estava preso em um cativeiro muito pequeno, escuro e feio. O pobre homem estava sendo espancado por Rafael, Emanuel e Paulo. 
- Você vai ficar aqui para sempre. - disse Rafael
- É isso mesmo. - completou Paulo.
- Temos outra pessoa para sequestrar. - começa Rafael. - Essa pessoa pode ser muito perigosa. Ela tinha todos os motivos para matar o meu pai.
- E ele vai ficar com quem? - indagou Emanuel.
- Com você. - retrucou Rafael.
 Rafael e Paulo saíram correndo do cativeiro

segunda-feira, 19 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 1

 Ramon batera em uma gigantesca porta de mármore. Quando um homem de paletó preto com gravata vermelha abre a porta. Esse homem tinha exatos trinta anos. Ele atendia pelo nome de Rogério. 
- Quanto tempo. - disse Rogério. 
- O nosso plano deu certo. - comenta Ramon
- Qual plano?
- A Gabriella Ramiro foi presa. Nunca irão descobrir o verdadeiro assassino.
Rogério sorrir:
- Muito bom. Tenho mais uma missão pra você.
- Diga.
- Mate aquele delegado Norberto. Ele vem me incomodando há muito tempo. 
- Pode deixar. - disse Ramon. - Mas o senhor vem?
- Não posso. Minha sobrinha Ana Julia está chegando da Europa.
- Ta certo. 

  

quinta-feira, 15 de março de 2012

Capítulo 12 - Cena 5

 Camila chegara a sua casa. Ao abrir a porta encontra suas três filhas, Karla de 14 anos, Tereza de 21, e Tâmara de 4, sentadas no sofá da sala. 
- Como foi lá? - indagou Tereza. 
- Cretino. Fechou a porta na minha cara. - disse Camila com uma raiva expressa no rosto. 
- Eu estou com medo dele mãe. - comenta Karla assustada. 
  Camila fixara o olhar em sua filha do meio:
- Filha. Só quero que saiba que não permitirei que nada de ruim lhe aconteça. Eu estarei sempre com você.  Com vocês três.
- O papai é do mau? - pergunta sua filha mais nova.
- É sim minha filha.
- Será que ele vai tentar alguma coisa contra a gente? - indaga Tereza. 
- Temos que ficar sempre atentos.
  No momento, as quatro se abraçam.