quarta-feira, 27 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 5


No dia seguinte, o enterro de Camila estava acontecendo, várias pessoas se reuniram. As três filhas estavam curvadas sobre a tumba. 
- Eu quero a mamãe. - disse a irmã mais nova chorando. 
- Ela disse pra nos unirmos. - comenta a irmã do meio.
- Nós sempre estaremos juntas. - conforta a mais velha.
  As três se abraçam. Um lindo e grande sol se abre no céu. 

terça-feira, 12 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 4


O Reitor apreciava suas filhas mais novas dopadas e deitadas na cama de um pequeno quartinho de empregados que ficava nos fundos de sua enorme casa. 
- Em breve, Camila estará morta. - pronunciou Otávio. 
O Reitor saíra e trancara a porta de madeira. Minutos depois ele já estava dormindo em sua luxuosa cama. Aproveitando-se de que a porta estava aberta, Camila entrara silenciosamente. Ao subir a grandiosa escada de vinte e cinco degraus, notou que o seu ex-marido estava dormindo ao ver pela porta do seu quarto. Camila também reparou em uma chave muito antiga ao lado do Reitor na Cama. 
Só pode ser do quarto das empregadas. 
 A moça com o maior cuidado do mundo aproximara-se e pegara rapidamente a chave. Um minuto depois já estava abrindo o quarto das empregadas. As filhas diretamente correram para o seu braço. 
- Filhas corram, saiam logo daqui. 
- Você não vai mãe? - indagara sua filha do meio.
- Filhas eu não posso sair agora. Mas eu só quero que vocês saibam que... A mamãe ama muito vocês, e digam isto para sua irmã também. Eu estarei sempre com vocês, onde quer que vocês estejam. 
- Eu te amo mamãe! - disse sua filha mais nova. 
 As três se abraçam.  As duas meninas partem em disparada. Camila levanta-se, chorando controladamente. O Reitor aparecera pela porta, com uma faca pontuda na mão. 
- Chegou sua hora minha cara. - disse o Reitor. - Preparada para morrer?
- Me mate, mas deixe minhas filhas em paz.
Otávio sem a menor piedade cravara a faca no peito de Camila. A mulher cambaleava pela casa, e ao chegar à ponta da escadaria... O Reitor lhe empurrou. 
- Agora o grande final. Queimar o corpo. 
Camila estava morta no chão da entrada da casa. 

sábado, 9 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 3


Camila andara pelas ruas de São Paulo, em direção da escola de suas filhas. Ao chegar na escola, a diretora estava desesperada. A mulher se aproximara da diretora:
- O que foi Dona Drokgnna?
- As suas filhas foram sequestradas por dois homens de preto com mascaras. - disse a diretora desesperada. Camila ficara em estado de choque:
- Sei onde elas estão. Vou salvá-las. Não chame a polícia.
 Camila saíra correndo. 

domingo, 3 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 2

Ricardo estava sentado em sua cama. Lembrando-se de seu irmão, e de Bianca. Ele estava completamente arrasado:
- Vou me matar. É a única forma de parar de sofrer.
Ricardo andava pela Avenida Paulista, quando avistara aquele enorme caminhão carregado de alimentos para doação. 
- Adeus vida. - disse ele.
Se posicionara em frente ao caminhão em alta velocidade. Ao ser atropelado ele fora arremessado uns dez metros. Um tempo depois Ricardo ainda vivo, mas sem consciência fora levado por uma ambulância. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Capítulo 16 - Cena 1

Chovia demasiadamente. Rogério digitava algo em seu computador. Quando Ramon entrara lentamente pelo seu escritório e sentara-se na cadeira perto da de Rogério. 
- As mortes da sua parenta Ana Julia e a do seu namoradinho dela já estão encomendadas. - disse Ramon.
- Muito bom. Bom trabalho. Espero que você sempre seja leal. Ou você já sabe o que vai acontecer. 
Ramon ficara amedrontado.