Gabriella passara pela frente do hospital, quando choca-se com Daniel.
- Onde você estava? - pergunta Daniel. - Procurei você por toda parte, fiquei preocupado. Meu amor, eu acabei de saber da morte de Roberto. Você tem alguma coisa a ver?
- O que? Ele morreu?
- Onde você estava?
- Eu, eu, eu, estava. - disse ela nervosamente. - Amor. Você não confia em mim?
- Eu me preocupo com você, mas já que não quer dizer... Eu vou esperar, até você me dizer.
Gabriella o beija, como se fosse a última vez.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 5
Dois dias depois Daniel e Gabriella conversavam sentados na cama do hospital. Já era noite.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- Amor, você pode pedir a janta em outro lugar? Que a comida desse hospital é muito ruim.
- Ta certo.
Daniel levanta-se e sai pela porta. Pelos corredores do hospital Gabriella andava apressadamente vestida de enfermeira.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
- Cadê Emanuel?
- Saiu de manha e ainda não voltou.
Rafael deixa a arma sobre a mesa da sala e vai ao outro banheiro. Logo depois, Gabriella entra pela porta, e, com a mais plena calma, pega a arma, coloca dentro da bolsa e sai. Ao sair do banheiro, Rafael nota que a arma não estava mais lá.
- Os únicos que sabiam do apartamento eram Gabi e Emanuel. Tenho que ir agora. - pensou Rafael.
Ele sai desesperado.
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
- A comemorar meu último dia nesse país de merda, amanha, a essa hora, já estarei em Londres. Agora vou deixar tudo para trás com todos os meus inimigos.
Ele olha para porta do escritório e observa alguém parado apontando uma arma.
- Abaixe essa arma. - disse Roberto.
Do lado de fora escutavam-se quatro tiros. Minutos depois, carros de polícia chegavam à mansão. Ao entrarem na casa, observaram o corpo de Roberto caído no chão, com buracos de bala na cabeça.
- Quem matou Roberto? - indagou o delegado.
Capítulo 7 - Cena 4
Roberto tragava um cigarro quando Rafael entra pela porta e vai em direção ao pai.
- Mortos estão. - disse Rafael.
Roberto dar mais uma tragada:
- Mortos estão. - disse Rafael.
Roberto dar mais uma tragada:
- Muito bom, mas eu tenho uma péssima noticia pra você, daqui a cinco dias eu irei pra fora do pais, e você meu filho, vai se ferrar aqui mesmo, obrigado por tudo, mas não preciso mais de seus serviços, saia daqui, agora.
- Desgraçado, desgraçado, você vai pagar caro. - disse Rafael.
Rafael sai correndo desesperado. A campainha toca. Roberto abre a porta e era Ricardo.
- Ricardo? O que você faz aqui?
- Tio, depois que meu irmão morreu, decidi vir pra cá pra reencontrar alguns familiares, fiquei dias te procurando, e agora lhe encontrei.
- Saia daqui agora, depois que a vaca da sua mãe morreu, prometi pra mim mesmo, deixar você e o seu irmão na sarjeta.
Roberto fecha a porta na cara de Ricardo. Ricardo fica vagando pelas ruas.
Capítulo 7 - Cena 3
De uma hora para outra, o apartamento de Daniel explode, fogo para todos os lados. Rafael, Paulo e Emanuel, estavam no carro em direção a casa de Roberto.
- A essa hora o apartamento já deve ter explodido, e aqueles dois mortos.
Quando menos se espera Daniel saia dos destroços com Gabriella desmaiada em seus braços, ele conseguiu todas as forças para conseguir escapar. Coloca Gabriella em cima da grama do parque.
- Nós nunca nos separaremos, eu prometo meu amor. disse Daniel.
Gabriella é levada pela ambulância e Daniel fica a observar os destroços de seu apartamento, uma vida inteira de trabalho de seus pais jogada ao ar.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 2
Ao anoitecer, Daniel dormia em sua cama com sua amada Gabriella, vivendo os mais lindos sonhos. Enquanto isso Rafael, Paulo e Emanuel, esperavam em frente ao apartamento. Paulo segurava um maleta que continha doze bananas de dinamite. Arrombam a porta do apartamento, entram na cozinha e analisam a área. Daniel desperta, levanta-se da cama e fica a observar Gabriella. Ao escultar um barulho vindo da cozinha, ele vai em direção ao local onde os bandidos estavam. Rafael espalhava os dinamites por todo canto da cozinha, Paulo vigiava a porta e Emanuel no carro dando cobertura. Daniel observa Rafael, caminha em direção dele, deu um soco tão forte que Rafael caiu no chão.
- Desgraçado, saia daqui, ou eu chamo a polícia. - disse Daniel.
Rafael levanta-se encara Daniel.
- Vai, chama, chama que eu explodo isso aqui, vai, pode chamar.
- Seu covarde.
- Melhor um covarde vivo, do que, um valente morto.
Quando menos se espera, escultam-se sirenes. Rafael fica desesperado:
- Você teve sorte, mas nós ainda vamos nos encontrar, e ai, e ai, é que vai ser o teu fim.
Rafael sai correndo pela porta.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 1
Emanuel, Paulo e Rafael estavam sentados no sofá escutando as ordens de Roberto, que rondava a sala inteira.
- Eu já disse, aqueles dois não vão passar de hoje. Quero que entrem na casa desse Daniel e coloquem uma dinamite, da mais potente que tiver, essa noite vamos ver poeiras ao ar.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 6
Roberto estava sentado em sua poltrona, quando Rafael desesperado vai na direção dele:
- Pai, ela descobriu, a Gabriella descobriu tudo.
- Pai, ela descobriu, a Gabriella descobriu tudo.
- O que? Não pode ser, isso não! Agora se ela procurar a família, e contar tudo pra polícia, eles podem voltar e me prender. Olhe, você vai fazer tudo que eu mandar, você, Paulo e Emanuel. Eu não posso que é muito arriscado. Quero que vocês matem, acabem, exterminem Gabriella e o seu namoradinho, esse namorado dela pode nos trazer muitos problemas. Quero ver sangue jorrar. Mais uma coisa, ninguém poderá saber disso. Uma única coisa te garanto: em poucos meses estaremos bem longe desse país de merda. - disse Roberto.
- O senhor manda.
- Agora! - grita Roberto.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 5
Daniel andava pelas ruas pensando em Gabriella. Quando menos espera Gabriella, desesperada, choca-se com ele.
- Meu amor, o que foi?
Gabriella não consegue se comunicar.
- Calma meu amor, eu estou aqui com você, e vou ficar com você. - disse Daniel.
As lagrimas corriam pelo rosto apavorado de Gabriella.
- Você... É a única pessoa em quem eu confio. - disse Gabriella.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 4
Após o enterro de Gabriel, Bianca encontrara uma mensagem no celular de seu amado.
- Desgraçado, você matou meu amor, agora você vai pagar caro. - disse Bianca após olhar a mensagem.
- Desgraçado, você matou meu amor, agora você vai pagar caro. - disse Bianca após olhar a mensagem.
Capítulo 6 - Cena 3
Roberto em seu escritório conversava com Rafael.
- Filho, você nem sabe, eu acabei de matar um tio de Gabriella, era o único parente que ainda procurava por ela. - disse Roberto.
- Filho, você nem sabe, eu acabei de matar um tio de Gabriella, era o único parente que ainda procurava por ela. - disse Roberto.
- Aquela tonta, nunca saberá que na verdade é filha do grande governador morto em 1991, e que na verdade foi o senhor que o matou e a sequestrou do braço da mãe. - comenta Rafael.
- Fale baixo, ela pode escultar.
Mas o que eles não sabiam era que Gabriella escultara tudo atrás da porta, e morrera de chorar:
- Esse desgraçado vai morrer.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 2
Reinaldo e Ítalo, conversavam em um banco em uma pequena praça na grande São Paulo.
- Cara, vou te confessar uma coisa. - disse Ítalo.
- Diga, pode dizer. - comenta Reinaldo.
- Você sabe o motivo verdadeiro de eu vir pra cá?
- Sei, você queria viver outra vida.
- Não.
- Então diga...
- Olhe, ninguém poderá saber.
Reinaldo se assusta:
- Diga logo.
- Você conhece o empresario Roberto? Dono da empresa A.S.E.R.
- Sim, conheço.
- Um tempo antes, ei vi meu pai ser assassinado por ele.
- E.......
- Ele vai morrer, o plano está todo arquitetado.
Reinaldo inclina-se:
- Você pode contar comigo.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 1
Mais um dia amanhece em São Paulo. Daniel acordara em sua cama sozinho, pensativo, com uma vontade enorme de vê Gabriella. Ele suspira:
- Meu amor, meu grande amor, quero ficar a minha vida inteira ao seu lado, lhe fazendo feliz, em todos os momentos da sua, e da minha vida.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 5
Daniel e Gabriella corriam pelos campos verdes, se divertiam muito, brincavam, se amavam, namoravam. Param em frente a uma grande arvore.
- Eu te amo. - disse Daniel.
- Eu quero ficar a minha vida inteira ao seu lado.
- Se depender de mim... Você não vai se ver longe de mim.
Gabriella sorrir:
- No dia vinte, vai ocorrer à festa de São João da Universidade, vamos.
- Claro, vai ser ótimo.
Os dois se beijam.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 4
Gabriel recebera uma mensagem instantânea em seu celular, ele estava sentado na cama, e grita para Bianca que estava no banheiro.
- Amor... Vou sair e já volto.
- O.K. - disse Bianca.
- Amor... Vou sair e já volto.
- O.K. - disse Bianca.
Gabriel entra em um galpão grande e escuro. Observa uma imagem de um homem refletida ao longe. Quando menos espera... Surgem mais três homens. Avista o rosto de Rafael que disse.
- Você não quis ficar do nosso lado.
Quando aparecem do escuro, Roberto, Paulo e Emanuel.
- Adeus safado. - disse Roberto.
Do lado de fora dava-se para ouvir barulhos de tiros. Minutos depois. O corpo de Gabriel estava estendido em pleno chão do galpão. Morto, com vários furos no peito, e Roberto, Rafael, Paulo e Emanuel. Saiam em disparada no carro.
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 3
A sala de aula da Universidade estava cheia de alunos, do quinto período, Hugo observava atentamente a explicação do professor. Quando alguém bate na porta. Um coordenador aparece:
- Hugo... O Reitor lhe chama.
Hugo levanta-se com uma expressão séria, caminha em direção a porta e sai.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 2
Ítalo estava sentado em uma pequena mesa em uma lanchonete em São Paulo. Um homem de forte físico, entra pela porta da frente. Ítalo levanta-se vai em direção ao homem:
-Oi, meu nome é Ítalo. Você é de onde?
-Por que você quer saber? Eu nem te conheço.
-É que notei, que você assim como eu... É novo por aqui.
-Meu nome é Reinaldo, sou de uma cidade no sertão de Pernambuco, chamada... Serra Talhada.
-Sou de Guarabira, uma cidade que fica no interior da Paraíba.
-Ainda bem que tem outra pessoa de fora pra me fazer companhia. - disse Reinaldo.
sábado, 12 de novembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 1
Carlos desfilava alegremente, pelas ruas de São Paulo. Minutos depois, estava sentando-se ao lado de sua mãe na mesa da cozinha.
-Meu filho! Você tem objetivos? Você tem sonhos?
-Por que tá perguntando isso, hein mãe?
-Meu filho... Você já deve ter objetivos na vida.
-Tá bom, o meu maior sonho é... Aparecer na TV vivo. - disse Carlos.
-O quê? Aparecer na TV ao vivo?
-Não mãe, aparecer na TV vivoooooo. Porque as pessoas costumam aparecer na TV mortas.
Sua mãe mostra um sorrisinho:
-O quê?
-Ninguém intende meus sonhos. - disse Carlos para si mesmo.
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Capítulo 4 - Cena 6
Dias depois. Daniel e Gabriella andavam pelas estruturas da Universidade. A cada dia que se passa mais apaixonados ficam, um pelo outro. Só vinham pensamentos de curtir a vida e a cada momento ficam como duas almas de um só coração. Hugo os observava de longe, com expressão de quem estava arrasado.
-Vocês vão pagar... principalmente você Daniel.
De repente, Amanda aparece na frente dele:
-Eu posso ajudar a matar esse amor.
-Como? - pergunta Hugo entusiasmado.
-Sou mulher, vai ser como tirar doce da mão da criança.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
Capítulo 4 - Cena 5
O Reitor estava pasmo. A arma dispara um barulho assustador. Mas a bala desvia em direção ao quadro que continha a foto de sua filha, que ficava a sua lateral superior direita. Otávio rapidamente, sem pensar, retira um revolve calibre 38 da gaveta de seu birô. Estende o braço com a arma:
-E e agora, quem está por cima? Você vai morrer.
-Calma. - disse Roberto.
-Se você, não sair daqui, em dez segundos, eu disparo chumbo grosso.
Dois segundos depois... Roberto estava correndo em disparada pelos campos da Universidade. O Reitor senta-se em sua poltrona luxuosa, e com a expressão mais fria do mundo:
-Ninguém é pariu para mim, em breve, esse fela da puta, vai morrer.
domingo, 6 de novembro de 2011
Capítulo 4 - Cena 4
Rafael conversava com seus amigos Paulo e Emanuel, sentados à mesa da cantina.
-Eu tenho uma nova missão para vocês. - disse Rafael.
-E ai? - perguntou Emanuel. Diga.
Rafael inclina-se:
-Nós vamos roubar o dinheiro do cofre que fica na sala do Reitor.
-Mas por quê? - pergunta Paulo.
-Eu descobri que lá tem muito dinheiro, e nós precisamos de dinheiro, para, o assassinato.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Capítulo 4 - Cena 3
Daniel e Gabriella entram em um pequeno quartinho de um motel, com uma cama de casal simples de casal, mas bem confortável. Daniel bem lentamente começa a retirar a roupa de Gabriella, a moça retira a roupa de Daniel, se beijam de forma demasiada, deitam-se sobre a cama um por cima um do outro, ficam completamente pelados e começam a fazer amor, do lado de fora chovia rigorosamente, e pela janela transparente do quarto, dava-se do lado de fora para velos em cena de sexo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Capítulo 4 - Cena 2
O trem se locomovia aceleradamente ao tempo em que Ricardo estava sentado na cadeira do lado da janela, o bom moço olhava para as paisagens com um olhar de quem estava morrendo de saudades de um amigo, de um irmão, com as lagrimas ecoando sobre os olhos, Ricardo pensativo com a possibilidade de ficar sozinho para sempre, as boas lembranças com seu irmão, em vários momentos importantes de sua vida revirou em sua mente. Uma voz feminina sai de uma pequena caixa de som em sua lateral superior direita.
- Chegaremos a vosso destino em duas horas.
Ricardo não pudera perder o seu irmão nesse momento.
-Vida desgraçada, essa vida que só nos dar desgraça. - disse Ricardo.
- Chegaremos a vosso destino em duas horas.
Ricardo não pudera perder o seu irmão nesse momento.
-Vida desgraçada, essa vida que só nos dar desgraça. - disse Ricardo.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Capítulo 4 - Cena 1
O Reitor Otávio estava sentado em sua mesa no escritório, digitando algo em seu computador. Quando menos espera alguém bate na porta.
-Pode entrar.
Roberto entra com uma expressão fria.
-Oi Reitor, velho amigo.
-O que você faz aqui?
-Adeus. - disse Roberto retirando uma arma do bolso e estendendo contra o Reitor.
-O que você quer? Dinheiro? Eu lhe dou quanto precisar, mas não atire.
-Eu não quero dinheiro, tenho de sobra, eu quero mermo é te matar, só você sabe o meu segredo.
-Não, atire.
Quando a arma dispara.
domingo, 16 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 6
Do lado de fora, no jardim, Daniel olhava atentamente pela janela de vidro da sala de aula, e só tinha olhar para Gabriella. Estava com expressão de um ser que estava apaixonado perdidamente, mas a certeza de que nunca iria ficar com aquela pessoa sempre vinha à tona. O rapaz perdidamente apaixonado, não sabia se trairia a confiança de seu melhor amigo para satisfazer seu próprio ego, ou desistiria de seu grande amor para não perder uma amizade boa e duradoura. Pensamentos giravam em volta de sua cabeça. Ao toque do sinal, aproveitando a saída de Gabriella, Daniel aproveitou para abordá-la.
-Oi Gabriella. - disse ele envergonhadamente.
-Oi. - Gabriella mostra um sorrisinho.
No momento em que começa a chover um temporal rigoroso.
-Eu estou de carro. - comenta Daniel. - Você quer uma carona?
Minutos depois, os dois saiam de carro pelos portões de Universidade. O carro entra em um engarrafamento gigantesco.
-Eu acho que não vamos sair daqui tão cedo. - disse Gabriella.
Daniel olha para Gabriella apaixonadamente:
-Se estou com você, não me preocupo com o tempo.
O temporal fica mais forte. Os dois trocam olhares, se aproximam lentamente um do outro, e finalmente trocam um beijo de cinema.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 5
Ítalo Fonseca andava lentamente pelas ruas de Guarabira, uma cidade que fica no interior da Paraíba. Estava caminhando em direção à rodoviária, Antonio Gentil de Amorim, com uma bolsa de viagem em mãos. Já na rodoviária, depara-se com uma bilheteria sem fila, apressadamente corre em direção ao vendedor.
-Preciso de uma passagem pro próximo embarque para São Paulo, eu vou ficar naquela cidade grande por uns tempos.
-Preciso de sua identidade, CPF, e registro do passageiro, senhor. - disse o homem com um ar de afeminado.
Ítalo suspira como quem está sem paciência:
-Tá bom.
Uma hora depois. Ítalo levanta-se de um velho banco, puxa sua bolsa e caminha em direção ao ônibus, entra no mais elegante e bonito ônibus da região, senta-se em uma bela poltrona e espera. Meia hora depois o ônibus já estava viajando pelas estradas brasileiras a caminho de São Paulo. Pelas ruas de Serra Talhada uma cidade que fica no sertão de Pernambuco, caminhava Reinaldo Martins, um grande publicitário que esperava ganhar a vida fora do Nordeste. Entra em um táxi e fala com o sotaque forte para o motorista:
-Me leve até a rodoviária, preciso pegar um ônibus imediatamente.
O carro sai em disparada.
O carro sai em disparada.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 4
A turma de calouros da Universidade estava na cantina onde tomava os mais nojentos lanches que se possa imaginar. Gabriella e Amanda sentadas em duas cadeiras velhas conversavam.
-Eu estou muito feliz por ser sua amiga, minha única amiga. - disse Gabriella.
-Como é mesmo o seu segundo nome? - pergunta Amanda.
-Ramiro. - disse Gabriella - Por quê?
-Você é irmã de Rafael Ramiro?
-Sim.
-Eu soube que ele é super popular aqui.
Gabriella sorrir. Neste mesmo instante, os veteranos caminham em direção à cantina com baldes cheios de tinta. Carlos vê a situação e sorrir, retira de sua bolsa algumas garrafas de cachaça, contendo um líquido suspeito.
-É guerra!
Minutos depois, todos incluindo veteranos e calouros estavam cobertos de tinta e líquido suspeito, todo mundo morrendo de rir.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 3
Gabriel Erico entra em seu quarto com sua namorada Bianca Jonne, fecham a porta e começam a tirar a roupa. Gabriel vai retirando o sutiã de Bianca aos poucos e logo em seguida se joga na cama, a moça deita-se em cima dele, começam a se beijar demasiadamente. Dez minutos depois os dois conversavam pelados deitados na cama de peito para cima.
-Eu não quero que esses momentos acabem. - disse Bianca.
-Eles não vão acabar.
-Eu te amo.
Gabriel sorrir:
-A nossa historia de amor, só está começando agora.
-Eu quero passar o resto de minha vida com você.
-Eu prometo, que quando eu arranjar um emprego, eu caso com você.
-Em quanto isso, vamos viver o presente. - disse Bianca.
Os dois se beijam.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 2
Ricardo Frod estava ajoelhado à tumba de seu irmão. Ele e seu irmão eram melhores amigos, com a morte de seus pais um cuidava do outro. Chorando muito e desesperadamente, Ricardo fala:
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Capítulo 3 - Cena 1
A cidade de São Paulo estava mais iluminada, bonita e poluída do que nunca. Mais um dia que nasce, todos em caminho do trabalho ou do estudo. Rafael entrava com seu Fox pelos portões da Universidade de Medicina e estaciona em uma vaga próxima. Paulo aparece pela janela esquerda do carro:
-Hoje vai ter o trote do século.
- O meu primeiro trote foi vergonhoso.
-Vamos - disse Paulo - vai ser muito engraçado.
Rafael sai do carro. Minutos depois, os dois caminhavam em direção da cantina, e enquanto isso conversavam:
-E ai cara, matando muito animal? - pergunta Rafael.
-Você sabe, eu não desses nojentos, seja cachorro, gato, coelho, já estou no numero 666. - disse Paulo.
-Mas você os mata, só porque não gosta?
-Não, - disse Paulo - eu prefiro não dizer.
-O.K!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Capítulo 2 - Cena 6
Allan era forte e alto, com uma cara sedutora tinha uma inteligência invejosa, sua principal característica era o seu jeito amoroso de ser principalmente com as mulheres. Amanda era e sempre foi a primeira da turma, despertava a inveja das meninas por todo canto, com seios grandes se tornara ainda mais sedutora. Daniel era com um corpo médio um rosto solene. Gabriella era linda um corpo perfeito com curvas perfeitas. Hugo fazia o estilo ator galã de filmes. O Reitor tinha cabelo grisalho, mas uma cara dominadora.
Capítulo 2 - Cena 5
Allan Cardoso observava o por do sol da janela do hotel mais refinado da zona nobre de São Paulo. Amanda Castro entra pela porta com cara alegre, vai até Allan dar um abraço por trás:
-Cheguei amor!
Cardoso vira-se dar um beijo de cinema em Amanda:
-Não teve trote?
-Foi só o primeiro dia da Universidade de Medicina, acho que querem fazer agente pensar que não tem.
-Você vai ser uma ótima medica, e quando casarmos no final do ano. - ele dar uma pequena pausa. - Eu estou louco pra te ver de noiva.
Amanda abre um sorriso:
-Eu te amo.
-Espero morrer ao seu lado.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Capítulo 2 - Cena 4
Rafael olhava-o apreensivamente:
-Diga!
-Quando sua mãe estava grávida de você, aos oito meses de gravidez, ela sofreu um grave atropelamento na cidade de João Pessoa, foi tão grave que teve que fazer o parto na hora. O seu nascimento foi de risco e em consequência, sua mãe teve que tirar o útero...
-Eu ainda não entendi o que isso tem haver com Gabriella. - interrompe Rafael.
-Eu ainda vou chegar lá. - disse Roberto. - A sua mãe sempre teve o sonho de ter uma menina, até que anos depois de uma hora para outra, ela me pediu para adotar uma menina.
-E você? - pergunta Rafael. - Adotou Gaby?
-Não foi bem assim. - disse Roberto.
Há 20 anos Roberto visualizava atentamente o casarão. Observa que a porta estava aberta, entra e vê o grande salão de festas vazio, sobe as escadarias, e chega e um corredor com portas para todos os lados. Escuta um choro, vindo da ultima porta lateral direita. Abre cuidadosamente, e observa a senhora Matt com a filha no braço. Quando o governador aparece por trás dele, Roberto vira retira sua pequena arma do bolso e estendeu. Dispara três tiros. Everalddo cai morto. Flexiona-se para a mulher. Um minuto depois ele sai da casa com a menina no braço:
-Essa menina vale ouro!
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Capítulo 2 - Cena 3
A nova turma da Universidade entra na sala senta-se nas cadeiras acolchoadas importadas da Rússia. O professor Jamantano entra e visualiza a turma. Esse professor era careca, tinha por volta de seus 60 anos, foi eleito no ano passado o professor mais chato. Perdeu a sua mulher há oito anos: Beatrise faleceu de uma parada cardíaca no dia 25 de dezembro. Desde então Jamantano recusou o amor de seus alunos.
-Bom dia!
-Bom dia! - a classe inteira disse.
-Eu sou Jamantano, sou o professor de Neurologia, e espero que vocês não saiam da minha aula gostando, mas sim aprendendo.
Gabriella levanta-se:
-Professor, prazer em te conhecer e espero sem pestanejar que tenhamos uma relação boa entre professor e aluno.
-Já começou o puxa-saquismo.
Gabriella sentou-se envergonhada. Carlos tenta esconder o sorrisinho.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Capítulo 2 - Cena 2
Roberto estava sentado no sofá de sua casa, segurando uma taça de licor em suas mãos, quando Rafael entra senta-se no sofá:
-Onde ela está?
-Já foi pra Universidade!
-Eu estou preocupado, se ela souber...
-Vou te contar um segredo. - interrompe Roberto.
-Qual? - pergunta Rafael se inclinando para frente.
-Um segredo da sua irmã.
-Diga!
-Um segredo de que sua mãe não tinha conhecimento, e você era muito pequeno, não se lembra.
-Diga, logo, estou nervoso! - disse Rafael apreensivo.
Roberto abre um sorrisinho:
-Meu filho, uma coisa eu te garanto, você vai cair para trás.
domingo, 18 de setembro de 2011
Capítulo 2 - Cena 1
Começa mais um semestre da Universidade de Medicina Águia de Prata, os estudantes chegavam aos montes, os veteranos se preparavam para o trote mais engraçado do século, Daniel e Hugo conversavam caminhando em direção à sala de aula:
-Porra, cara! - Este ano no quarto período não iremos participar do trote. - disse Hugo.
-Vai ser um período longo e chato. - comenta Daniel.
-Sim, e Gabriella o que ela disse mesmo?
-Disse que está ansiosa pra te conhecer!
-O bom é que nesse semestre vou ser monitor de Neuro, e vou aproveitar pra...!
-Já entendi! - interrompe Daniel.
-Esse ano eu desencalho!
-Só quero ver.
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Capítulo 1 - Cena 5
O homem que acabara de sair da sala do Reitor estava muito assustado, abre a porta do carro, entre, fecha a porta mas no mesmo instante o capanga do todo poderoso aparece pela janela:
-Tu pensa que vai aonde rapá!
-Me deixe em paz! - disse o homem aflito.
-Adeus. - sussurrou para si mesmo.
Dez minutos depois o bandido enterrava o defunto em um terreno perto. O Reitor escrevia em sua mesa quando alguém bate na porta:
-Pode entrar!
O seu capanga entrou, foi até a mesa e disse:
-Trabalho feito, senhor.
-Em breve terá outro.
domingo, 11 de setembro de 2011
Capítulo 1 - Cena 4
O Reitor Otávio digitava algo no computador da mesa de seu escritório, alguém bate na porta:
-Pode entrar!
Um homem barbudo entra, vai até a mesa:
-Seu desgraçado!
-Quem é você? - perguntou o Reitor da Universidade de medicina.
- Sou pai de uma aluna. Minha filha chegou desesperada em casa dizendo que o senhor está explorando os alunos pra se dar bem na política! - disse o homem firmemente.
-Uma coisa eu garanto. O senhor não vai querer ser meu inimigo!
-Isto é uma ameaça?
O Reitor dá um sorrisinho:
-Encare como quiser!
O homem vira-se e sai enfurecido, Otávio retira seu celular do bolso, digita e começa a falar:
-Saiu um homem de minha sala, você tem que matá-lo!
Surgiu uma voz do outro lado:
-Ok, chefe!
O Reitor desliga o aparelho e comenta para si mesmo com um sorriso amarelo:
-Isso só tá começando!
domingo, 4 de setembro de 2011
Capítulo 1 - Cena 3
Carlos andava pelas ruas de São Paulo, distribuindo olhares. Era um rapaz bem atrapalhado que vivia da mesada que com 25 anos seus pais ainda lhe davam. Era bom com quem lhe divertia. Observa uma mulher alta seminua com a pele morena clara e com um corpo perfeito, apesar do seu olhar sedutor, a mulher vira a cara e continua andando enquanto Carlos acompanha com o olhar:
-Gostosa!
Carlos senta à mesa da cozinha e começa a tomar café:
-Esses veteranos, não vão me pegar, vou surpreender!
Sua mãe senta-se e comenta:
-Você vai adorar fazer medicina!
-Eu tou preparadão , passei a noite estudando onde fica o Apêndice Xifóide , e vou arrebentar ! - disse Carlos com olhar sério.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Capítulo 1 - Cena 2
Daniel e Hugo observavam Gabriella pela vitrine da lanchonete. Era a mais nova estudante da faculdade de medicina. Costumava usar uma camisetinha regata branca e calça jeans bem apertada:
-Mas que gatinha! - comenta Hugo.
-Ela é muita farinha pra nossa farofa, meu amigo! - previne Daniel.
-Você vai me ajudar com ela? - pergunta Hugo olhando meio sem graça.
-Claro! - exclama Daniel sem paciência.
Daniel entra na lanchonete e caminha lentamente até Gabriella:
-Oi, sou Daniel e notei que você é caloura nessa faculdade. Se precisar de algo é só me procurar!
Gabriella olha-o sorridente:
-Obrigada!
Daniel vira e sai cabisbaixo. Gabriella abre um sorriso iluminado.
... Continua no próximo capítulo.
-Mas que gatinha! - comenta Hugo.
-Ela é muita farinha pra nossa farofa, meu amigo! - previne Daniel.
-Você vai me ajudar com ela? - pergunta Hugo olhando meio sem graça.
-Claro! - exclama Daniel sem paciência.
Daniel entra na lanchonete e caminha lentamente até Gabriella:
-Oi, sou Daniel e notei que você é caloura nessa faculdade. Se precisar de algo é só me procurar!
Gabriella olha-o sorridente:
-Obrigada!
Daniel vira e sai cabisbaixo. Gabriella abre um sorriso iluminado.
... Continua no próximo capítulo.
sábado, 20 de agosto de 2011
Capítulo 1 - Cena 1
Roberto estava sentado em sua poltrona, quando Rafael, seu filho de 25 anos, que estava no sexto ano de medicina, entra pela porta da frente. Com voz abafada Roberto disse:
- Filho tem que tomar muito cuidado, pois os tiras estão descobrindo que fomos nós que matamos sua mãe para ficar com sua rica herança no Chile!
- Mas a Gabriella sabe? - Pergunta Rafael preocupado.
Roberto levanta, encara Rafael e disse em tom grosso:
- A sua irmã não pode imaginar isso, ela só tem 20 anos, mas é muito esperta!- comenta Roberto.
- Por que não matamos àquela... ? - pergunta Rafael.
- Não toque um dedo na sua irmã! Você está me entendendo? - comenta Roberto em tom forte.
- Sim, pai!- Diz Rafael.
- Eu sou soberano não se esqueça disso! - disse Roberto.
Logo, Roberto sai pela porta da frente.
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