quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Capítulo 3 - Cena 1

A cidade de São Paulo estava mais iluminada, bonita e poluída do que nunca.  Mais um dia que nasce, todos em caminho do trabalho ou do estudo. Rafael entrava com seu  Fox pelos portões da Universidade de Medicina e estaciona em uma vaga próxima. Paulo aparece pela janela esquerda do carro:
-Hoje vai ter o trote do século.
- O meu primeiro trote foi vergonhoso.
-Vamos - disse Paulo - vai ser muito engraçado. 
Rafael sai do carro. Minutos depois, os dois caminhavam em direção da cantina, e enquanto isso conversavam:
-E ai cara, matando muito animal? - pergunta Rafael.
-Você sabe, eu não desses nojentos, seja cachorro, gato, coelho, já estou no numero 666. - disse Paulo.
-Mas você os mata, só porque não gosta?
-Não, - disse Paulo - eu prefiro não dizer.
-O.K!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Capítulo 2 - Cena 6

Allan era forte e alto, com uma cara sedutora tinha uma inteligência invejosa, sua principal característica era o seu jeito amoroso de ser principalmente com as mulheres. Amanda era e sempre foi a primeira da turma, despertava a inveja das meninas por todo canto, com seios grandes se tornara ainda mais sedutora. Daniel era com um corpo médio um rosto solene. Gabriella era linda um corpo perfeito com curvas perfeitas. Hugo fazia o estilo ator galã de filmes. O Reitor tinha cabelo grisalho, mas uma cara dominadora.

Capítulo 2 - Cena 5

Allan Cardoso observava o por do sol da janela do hotel mais refinado da zona nobre de São Paulo. Amanda Castro entra pela porta com cara alegre, vai até Allan dar um abraço por trás:
-Cheguei amor!
Cardoso vira-se dar um beijo de cinema em Amanda:
-Não teve trote?
-Foi só o primeiro dia da Universidade de Medicina, acho que querem fazer agente pensar que não tem.
-Você vai ser uma ótima medica, e quando casarmos no final do ano. - ele dar uma pequena pausa. - Eu estou louco pra te ver de noiva.
 Amanda abre um sorriso:
-Eu te amo.
-Espero morrer ao seu lado.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Capítulo 2 - Cena 4

Rafael olhava-o apreensivamente:
-Diga!
-Quando sua mãe estava grávida de você, aos oito meses de gravidez, ela sofreu um grave atropelamento na cidade de João Pessoa, foi tão grave que teve que fazer o parto na hora. O seu nascimento foi de risco e em consequência, sua mãe teve que tirar o útero...
-Eu ainda não entendi o que isso tem haver com Gabriella. - interrompe Rafael.
-Eu ainda vou chegar lá. - disse Roberto. - A sua mãe sempre teve o sonho de ter uma menina, até que anos depois de uma hora para outra, ela me pediu para adotar uma menina.
-E você? - pergunta Rafael. - Adotou Gaby?
-Não foi bem assim. - disse Roberto.
Há 20 anos Roberto visualizava atentamente o casarão. Observa que a porta estava aberta, entra e vê o grande salão de festas vazio, sobe as escadarias, e chega e um corredor com portas para todos os lados. Escuta um choro, vindo da ultima porta lateral direita. Abre cuidadosamente, e observa a senhora Matt com a filha no braço. Quando o governador aparece por trás dele, Roberto vira retira sua pequena arma do bolso e estendeu. Dispara três tiros. Everalddo cai morto. Flexiona-se para a mulher. Um minuto depois ele sai da casa com a menina no braço:
-Essa menina vale ouro!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Capítulo 2 - Cena 3

A nova turma da Universidade entra na sala senta-se nas cadeiras acolchoadas importadas da Rússia. O professor Jamantano entra e visualiza a turma. Esse professor era careca, tinha por volta de seus 60 anos, foi eleito no ano passado o professor mais chato. Perdeu a sua mulher há oito anos: Beatrise faleceu de uma parada cardíaca no dia 25 de dezembro. Desde então Jamantano recusou o amor de seus alunos.
-Bom dia!
-Bom dia! - a classe inteira disse.
-Eu sou Jamantano, sou o professor de Neurologia, e espero que vocês não saiam da minha aula gostando, mas sim aprendendo.
Gabriella levanta-se:
-Professor, prazer em te conhecer e espero sem pestanejar que tenhamos uma relação boa entre professor e aluno.
-Já começou o puxa-saquismo.
Gabriella sentou-se envergonhada. Carlos tenta esconder o sorrisinho.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Capítulo 2 - Cena 2

Roberto estava sentado no sofá de sua casa, segurando uma taça de licor em suas mãos, quando Rafael entra senta-se no sofá: 
-Onde ela está?
-Já foi pra Universidade!
-Eu estou preocupado, se ela souber...
-Vou te contar um segredo. - interrompe Roberto.
-Qual? - pergunta Rafael se inclinando para frente.
-Um segredo da sua irmã.
-Diga!
-Um segredo de que sua mãe não tinha conhecimento, e você era muito pequeno, não se lembra.
-Diga, logo, estou nervoso! - disse Rafael apreensivo.
Roberto abre um sorrisinho:
-Meu filho, uma coisa eu te garanto, você vai cair para trás.

domingo, 18 de setembro de 2011

Capítulo 2 - Cena 1

Começa mais um semestre da Universidade de Medicina Águia de Prata, os estudantes chegavam aos montes, os veteranos se preparavam para o trote mais engraçado do século, Daniel e Hugo conversavam caminhando em direção à sala de aula:
-Porra, cara! - Este ano no quarto período não iremos participar do trote. - disse Hugo.
-Vai ser um período longo e chato. - comenta Daniel.
-Sim, e Gabriella o que ela disse mesmo? 
-Disse que está ansiosa pra te conhecer! 
-O bom é que nesse semestre vou ser monitor de Neuro, e vou aproveitar pra...!
-Já entendi! - interrompe Daniel.
-Esse ano eu desencalho!
-Só quero ver.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Capítulo 1 - Cena 5

O homem que acabara de sair da sala do Reitor estava muito assustado, abre a porta do carro, entre, fecha a porta  mas no mesmo instante o capanga do todo poderoso aparece pela janela:
-Tu pensa que vai aonde rapá!
-Me deixe em paz! - disse o homem aflito.
-Adeus. - sussurrou para si mesmo.
Dez minutos depois o bandido enterrava o defunto em um terreno perto. O Reitor escrevia em sua mesa quando alguém bate na porta:
-Pode entrar!
O seu capanga entrou, foi até a mesa e disse:
-Trabalho feito, senhor.
-Em breve terá outro.

domingo, 11 de setembro de 2011

Capítulo 1 - Cena 4


O Reitor Otávio digitava algo no computador da mesa de seu escritório, alguém bate na porta:
-Pode entrar!
Um homem barbudo entra, vai até a mesa:
-Seu desgraçado!
-Quem é você? - perguntou o Reitor da Universidade de medicina.

- Sou pai de uma aluna. Minha filha chegou desesperada em casa dizendo que o senhor está explorando os alunos pra se dar bem na política! - disse o homem firmemente.

-Uma coisa eu garanto. O senhor não vai querer ser meu inimigo!
-Isto é uma ameaça?
O Reitor dá um sorrisinho:
-Encare como quiser!
O homem vira-se e sai enfurecido, Otávio retira seu celular do bolso, digita e começa a falar:
-Saiu um homem de minha sala, você tem que matá-lo!
Surgiu uma voz do outro lado:
-Ok, chefe!
O Reitor desliga o aparelho e comenta para si mesmo com um sorriso amarelo:
-Isso só tá começando!

domingo, 4 de setembro de 2011

Capítulo 1 - Cena 3


  
  Carlos andava pelas ruas de São Paulo, distribuindo olhares. Era um rapaz bem atrapalhado que vivia da mesada que com 25 anos seus pais ainda lhe davam. Era bom com quem lhe divertia. Observa uma mulher alta seminua com a pele morena clara e com um corpo perfeito, apesar do seu olhar sedutor, a mulher vira a cara e continua andando enquanto Carlos acompanha com o olhar:
-Gostosa!
Carlos senta à mesa da cozinha e começa a tomar café:
-Esses veteranos, não vão me pegar, vou surpreender!
Sua mãe senta-se e comenta:
-Você vai adorar fazer medicina!
-Eu tou preparadão , passei a noite estudando onde fica o Apêndice Xifóide , e vou arrebentar ! - disse Carlos com olhar sério.