quinta-feira, 29 de março de 2012

Capítulo 14 - Cena 1

Gabriella recebera a noticia de sua liberdade. Minutos depois a moça já estava saindo pela porta da delegacia muito emocionada. Com vontade de fazer justiça. Descobrir quem matou seu pai. No instante, Hugo estaciona o carro ao lado dela. 
- Vamos amor. - ordena Hugo.
- Vamos.
- Fez justiça minha linda. - disse Hugo. 
- Agora só falta descobrirem o verdadeiro assassino.
 Hugo ficara calado por uns segundos.
- A polícia brasileira, de qualquer modo, é muito fraca. Acho muito difícil encontrarem o assassino.
- Temos que ter fé. - disse Gabriella.
Hugo sorrir.   

sábado, 24 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 5

   O delegado Norberto estava em sua mesa no escritório, quando alguém bata na porta.
- Pode entrar. - disse ele.
Uma bela e jovem secretária entrara em seu escritório. Carregando um envelope branco. A bela moça deixa a pasta em cima da mesa. Ao ver o envelope o delegado se surpreende. Estava escrito na primeira pagina. “Segunda Coordenada".
- Quem entregou isso aqui? - perguntou Norberto assustado. 
- O entregador não foi identificado. Deixaram isso aqui na portaria. 
Ao abrir o envelope. O delegado calmamente começa a ler.
“Acabaram de cometer uma injustiça. O verdadeiro assassino estava na residência no fato ocorrido, desde que o dia amanheceu."
- Mande liberarem a Gabriella. - ordenou Norberto.
 A secretária retira-se.    

sexta-feira, 23 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 4

  O Reitor estava sentado na cadeira do birô de seu escritório. Quando alguém bate na porta.
- Pode entrar. - disse o Reitor em tom grave.
 Quando a porta abre. Camila entrara com uma expressão bem raivosa. 
- Eu vou entrar na justiça pra você não poder mais ver minhas filhas. 
- Você está brincando com fogo. - comenta o Reitor calmamente.
- Se você se aproximar de minhas filhas, eu te mato. - disse a mulher transtornada.
- Você é uma covarde. Não faria isso.
- Veremos. - ela estava perdendo as estribeiras.
 Ela sai furiosa. O Reitor ficara com um sorriso malicioso.   
  

quarta-feira, 21 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 3

  Carlos estava caminhando pelos arredores da Universidade. Acompanhado pelo seu professor Jamantano. Quando um homem muito velho desmaia na entrada principal.
- Carlos. Vá ajudar.  - disse o professo.
 Carlos muito desengonçado corre em direção ao homem. Carlos senta-se ao lado do homem:
- O que o senhor está sentindo?
 O velho parecia morto.
- Ai meu Deus. O velho morreu. - disse Carlos desesperado.
- Como esse ser humano conseguiu passar no vestibular pra medicina? - pensou o professor.

terça-feira, 20 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 2

  Allan estava preso em um cativeiro muito pequeno, escuro e feio. O pobre homem estava sendo espancado por Rafael, Emanuel e Paulo. 
- Você vai ficar aqui para sempre. - disse Rafael
- É isso mesmo. - completou Paulo.
- Temos outra pessoa para sequestrar. - começa Rafael. - Essa pessoa pode ser muito perigosa. Ela tinha todos os motivos para matar o meu pai.
- E ele vai ficar com quem? - indagou Emanuel.
- Com você. - retrucou Rafael.
 Rafael e Paulo saíram correndo do cativeiro

segunda-feira, 19 de março de 2012

Capítulo 13 - Cena 1

 Ramon batera em uma gigantesca porta de mármore. Quando um homem de paletó preto com gravata vermelha abre a porta. Esse homem tinha exatos trinta anos. Ele atendia pelo nome de Rogério. 
- Quanto tempo. - disse Rogério. 
- O nosso plano deu certo. - comenta Ramon
- Qual plano?
- A Gabriella Ramiro foi presa. Nunca irão descobrir o verdadeiro assassino.
Rogério sorrir:
- Muito bom. Tenho mais uma missão pra você.
- Diga.
- Mate aquele delegado Norberto. Ele vem me incomodando há muito tempo. 
- Pode deixar. - disse Ramon. - Mas o senhor vem?
- Não posso. Minha sobrinha Ana Julia está chegando da Europa.
- Ta certo. 

  

quinta-feira, 15 de março de 2012

Capítulo 12 - Cena 5

 Camila chegara a sua casa. Ao abrir a porta encontra suas três filhas, Karla de 14 anos, Tereza de 21, e Tâmara de 4, sentadas no sofá da sala. 
- Como foi lá? - indagou Tereza. 
- Cretino. Fechou a porta na minha cara. - disse Camila com uma raiva expressa no rosto. 
- Eu estou com medo dele mãe. - comenta Karla assustada. 
  Camila fixara o olhar em sua filha do meio:
- Filha. Só quero que saiba que não permitirei que nada de ruim lhe aconteça. Eu estarei sempre com você.  Com vocês três.
- O papai é do mau? - pergunta sua filha mais nova.
- É sim minha filha.
- Será que ele vai tentar alguma coisa contra a gente? - indaga Tereza. 
- Temos que ficar sempre atentos.
  No momento, as quatro se abraçam. 

segunda-feira, 12 de março de 2012

Capítulo 12 - Cena 4

   O Reitor estava sentado em sua poltrona, quando, a campainha toca. O homem levanta-se e caminha em direção da porta. Desce as escadas e logo depois já estava abrindo a porta. Do outro lado, estava uma mulher loira, com aparentes 45 anos. Era sua ex-mulher. 
- O que você faz aqui? - pergunta Otávio.
- Não estou acreditando que você não foi preso. 
- Paguei um dinheiro pra o delegado, e estou livre.
- Mas que justiça é essa? - disse a mulher com o tom de sarcasmo.
- O que você faz aqui?
- A nossa filha Karla, veio me dizendo barbaridades contra você.
- E o que foi. - pergunta o vilão.
- Ela disse que você a estuprou.
- Saia daqui. - comanda o Reitor.
- As nossas três filhas não entram mais nessa casa.
- Adeus Camila. - desse ele.
 Na mesma hora fecha a porta na cara da moça.
- Essa mulher tem que morrer. - comenta o homem.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Capítulo 12 - Cena 3

   Daniel estava sentado em uma mesa de uma lanchonete que ficava em frente ao aeroporto. Observando as pessoas no aeroporto, observava uma linda mulher, cabelos negros, pele branca, uma suavidade no olhar. Essa sempre fora invejada pelas outras mulheres. A linda mulher carregava uma enorme bagagem, pois acabara de chegar de uma longa temporada na França. Ao ver que a bela moça, estava saindo do aeroporto, e caminhado em direção a lanchonete, Daniel desviara o olhar. Ela entrara na lanchonete, e sentara em uma mesa em frente à de Daniel. A moça observara Daniel por alguns instantes, como se o conhecesse há muito tempo. 
- Daniel? - disse ela espantosamente alegre.
- Ana Julia? - perguntou assustado. - Mais que prazer te ver de novo.
- Digo o mesmo. - comenta ela.
 Os dois se levantam ao mesmo tempo, trocam olhares, e logo depois se abraçam.
  A história de Daniel e Ana Julia começou na quarta série, aquela linda menina de olhos azuis, fora estudar no colégio de Daniel, foi amor a primeira vista, o coração de Daniel acelerou sua primeira paixão. Eles estudaram juntos até o segundo ano do ensino médio, pois Ana Julia recebera uma bolsa para estudar artes em Paris. Depois disso os dois nunca mais se viram, e o mais incrível, foi que nesse tempo todo ele ainda gostava dela.   

quinta-feira, 1 de março de 2012

Capítulo 12 - Cena 2

  O sol estava mais ensolarado do que nunca, homens e mulheres nas ruas, o fluxo da cidade estava enorme. Gabriella entrara na cela, vestida com o uniforme de presidiária. Os seus pensamentos eram em Daniel. Uma carcereira muito gorda, dissera.
- Uma visita para Gabriella.
 Por um momento, a linda mulher pensara que fosse Daniel, mas, quando estava entrando na sala de visitas, avistara Hugo. Os dois se abraçam. Trocavam olhares, quando Hugo disse.
- Vou fazer de tudo para te tirar daqui, contratei o melhor advogado. 
- Qual o motivo de você fazer isso tudo por mim? - perguntou Gabriella. 
- Eu te amo. - pronuncia Hugo.
- Será que esse amor vale à pena?
- Eu te amo mais do que tudo. - comenta Hugo. 
  Depois de uma longa troca de olhares, os dois finalmente se beijam.