O trem se locomovia aceleradamente ao tempo em que Ricardo estava sentado na cadeira do lado da janela, o bom moço olhava para as paisagens com um olhar de quem estava morrendo de saudades de um amigo, de um irmão, com as lagrimas ecoando sobre os olhos, Ricardo pensativo com a possibilidade de ficar sozinho para sempre, as boas lembranças com seu irmão, em vários momentos importantes de sua vida revirou em sua mente. Uma voz feminina sai de uma pequena caixa de som em sua lateral superior direita.
- Chegaremos a vosso destino em duas horas.
Ricardo não pudera perder o seu irmão nesse momento.
-Vida desgraçada, essa vida que só nos dar desgraça. - disse Ricardo.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Capítulo 4 - Cena 1
O Reitor Otávio estava sentado em sua mesa no escritório, digitando algo em seu computador. Quando menos espera alguém bate na porta.
-Pode entrar.
Roberto entra com uma expressão fria.
-Oi Reitor, velho amigo.
-O que você faz aqui?
-Adeus. - disse Roberto retirando uma arma do bolso e estendendo contra o Reitor.
-O que você quer? Dinheiro? Eu lhe dou quanto precisar, mas não atire.
-Eu não quero dinheiro, tenho de sobra, eu quero mermo é te matar, só você sabe o meu segredo.
-Não, atire.
Quando a arma dispara.
domingo, 16 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 6
Do lado de fora, no jardim, Daniel olhava atentamente pela janela de vidro da sala de aula, e só tinha olhar para Gabriella. Estava com expressão de um ser que estava apaixonado perdidamente, mas a certeza de que nunca iria ficar com aquela pessoa sempre vinha à tona. O rapaz perdidamente apaixonado, não sabia se trairia a confiança de seu melhor amigo para satisfazer seu próprio ego, ou desistiria de seu grande amor para não perder uma amizade boa e duradoura. Pensamentos giravam em volta de sua cabeça. Ao toque do sinal, aproveitando a saída de Gabriella, Daniel aproveitou para abordá-la.
-Oi Gabriella. - disse ele envergonhadamente.
-Oi. - Gabriella mostra um sorrisinho.
No momento em que começa a chover um temporal rigoroso.
-Eu estou de carro. - comenta Daniel. - Você quer uma carona?
Minutos depois, os dois saiam de carro pelos portões de Universidade. O carro entra em um engarrafamento gigantesco.
-Eu acho que não vamos sair daqui tão cedo. - disse Gabriella.
Daniel olha para Gabriella apaixonadamente:
-Se estou com você, não me preocupo com o tempo.
O temporal fica mais forte. Os dois trocam olhares, se aproximam lentamente um do outro, e finalmente trocam um beijo de cinema.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 5
Ítalo Fonseca andava lentamente pelas ruas de Guarabira, uma cidade que fica no interior da Paraíba. Estava caminhando em direção à rodoviária, Antonio Gentil de Amorim, com uma bolsa de viagem em mãos. Já na rodoviária, depara-se com uma bilheteria sem fila, apressadamente corre em direção ao vendedor.
-Preciso de uma passagem pro próximo embarque para São Paulo, eu vou ficar naquela cidade grande por uns tempos.
-Preciso de sua identidade, CPF, e registro do passageiro, senhor. - disse o homem com um ar de afeminado.
Ítalo suspira como quem está sem paciência:
-Tá bom.
Uma hora depois. Ítalo levanta-se de um velho banco, puxa sua bolsa e caminha em direção ao ônibus, entra no mais elegante e bonito ônibus da região, senta-se em uma bela poltrona e espera. Meia hora depois o ônibus já estava viajando pelas estradas brasileiras a caminho de São Paulo. Pelas ruas de Serra Talhada uma cidade que fica no sertão de Pernambuco, caminhava Reinaldo Martins, um grande publicitário que esperava ganhar a vida fora do Nordeste. Entra em um táxi e fala com o sotaque forte para o motorista:
-Me leve até a rodoviária, preciso pegar um ônibus imediatamente.
O carro sai em disparada.
O carro sai em disparada.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 4
A turma de calouros da Universidade estava na cantina onde tomava os mais nojentos lanches que se possa imaginar. Gabriella e Amanda sentadas em duas cadeiras velhas conversavam.
-Eu estou muito feliz por ser sua amiga, minha única amiga. - disse Gabriella.
-Como é mesmo o seu segundo nome? - pergunta Amanda.
-Ramiro. - disse Gabriella - Por quê?
-Você é irmã de Rafael Ramiro?
-Sim.
-Eu soube que ele é super popular aqui.
Gabriella sorrir. Neste mesmo instante, os veteranos caminham em direção à cantina com baldes cheios de tinta. Carlos vê a situação e sorrir, retira de sua bolsa algumas garrafas de cachaça, contendo um líquido suspeito.
-É guerra!
Minutos depois, todos incluindo veteranos e calouros estavam cobertos de tinta e líquido suspeito, todo mundo morrendo de rir.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 3
Gabriel Erico entra em seu quarto com sua namorada Bianca Jonne, fecham a porta e começam a tirar a roupa. Gabriel vai retirando o sutiã de Bianca aos poucos e logo em seguida se joga na cama, a moça deita-se em cima dele, começam a se beijar demasiadamente. Dez minutos depois os dois conversavam pelados deitados na cama de peito para cima.
-Eu não quero que esses momentos acabem. - disse Bianca.
-Eles não vão acabar.
-Eu te amo.
Gabriel sorrir:
-A nossa historia de amor, só está começando agora.
-Eu quero passar o resto de minha vida com você.
-Eu prometo, que quando eu arranjar um emprego, eu caso com você.
-Em quanto isso, vamos viver o presente. - disse Bianca.
Os dois se beijam.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Capítulo 3 - Cena 2
Ricardo Frod estava ajoelhado à tumba de seu irmão. Ele e seu irmão eram melhores amigos, com a morte de seus pais um cuidava do outro. Chorando muito e desesperadamente, Ricardo fala:
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