domingo, 26 de fevereiro de 2012

Capítulo 12 - Cena 1

  Daniel estava deitado em um gigantesca rocha à trinta metros de altura. Refletindo, sobre tudo que acontecera com ele nesses últimos tempos.
- Me desculpe meu amor, agora eu sei que não sou ideal para você.
    Os olhos do rapaz, corriam em lagrimas.  
- Em pouco tempo,  estarei morto.

Capítulo 11 - Cena 6

  Gabriella entrara na delegacia. Sentou-se em uma cadeira na sala de espera. Minutos depois, foi chamada para comparecer na sala de Norberto. Assim que a moça entrou na sala, Norberto fixara o olhar:
- Sente-se Gabriella.
  Gabriella sentou-se:
- Pronto, podemos começar. 
- Senhorita Ramiro, o seu irmão acabara de sair. Ele está livre.
- Mas por quê? - perguntou Gabriella revoltada. - Eu tenho certeza de que foi ele.
- Senhorita, nós temos evidencias de que foi você.
- O quê?
- As câmeras de segurança da sua casa, captaram você pegando uma arma dos arbustos, e o seu irmão ficara do lado de fora da casa.
- Eu não o matei. - disse ela transtornada. 
 O delegado levanta-se e disse,.
- Gabriella Ramiro. Você está presa.
 A garota ficara perplexa.
  

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Capítulo 11 - Cena 5

   Bruna era uma bela mulher, de uns vinte e quatro anos de idade, sua beleza causava inveja. Era de descendência italiana, e falava francês, italiano, alemão, inglês, espanhol, mandarim, e além da sua língua nativa, o português brasileiro. Era super aplicada profissionalmente, era advogada, sempre fora aplicada na escola e na faculdade. O seu pai morrera quando ela ainda era jovem, e sua mãe fora assassinada há três anos. A bela moça sempre fora independente, nunca precisou de ninguém em sua vida. 
     Bruna andava pelas ruas de São Paulo, com uma roupa super sensual, um vestido de seda azul turquesa. A mulher desviava olhares de muitos homens. Para infelicidade dos homens, Bruna admitira o ano passado que  era lésbica. Isso que causou muito preconceito entre as mulheres. 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Capítulo 11 - Cena 4

  No dia seguinte Allan saíra do seu apartamento, caminhava pelas ruas da grande cidade. Allan percebera que um carro preto blindado, andava lentamente um pouco atrás dele, como se tivesse perseguindo-lhe. Quando, de repente, dois homens saem do carro um deles segurava uma arma que batera na cabeça de Allan com tanta força que o rapaz desmaiou. Esses dois bandidos eram nada mais nada menos que Rafael e Emanuel. 
- Eu sei que você tinha todos os motivos para matar meu pai. - disse Rafael. - Você ficara aprisionado em meu cativeiro. 
 Minutos depois o carro partira em disparada, com Allan amarrado no banco inferior.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Capítulo 11 - Cena 3

 Paulo estava na sacada de um prédio de trinta andares, com um olhar assustador. Retira de uma pequena gaiola, um pequeno e indefeso gatinho que tinha apenas dois meses. O vilão ergue o animal:
- Ora, ora, ora, ora, um gato F D P. - disse Paulo sarcástico. - Mais um pra minha lista.
 Paulo joga o gato no chão com tanta força, que o pequeno animal ficara sem se mover, quebrara a costela. Mais uma vez, Paulo levantara o gato, e desta vez joga-o do prédio. Segundos depois, o pobre animal, estava morto todo ensanguentado em frente ao prédio.   

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Capítulo 11 - Cena 2

 Ricardo e Bianca, passaram a tarde inteira conversando, saíram, se divertiram, foram ao cinema, e viram o pôr do sol. Depois de um longo dia o novo casal se beijava em frente a um pequeno hotel. No fim da noite os dois entraram no apartamento de Bianca, retiraram a roupa apressadamente, os seios da moça estavam à mostra. Bianca cai por cima de Ricardo na sua cama. Os dois transavam com uma energia impressionantemente forte. Os dois só tinham pensamento em ficar juntos e que nada poderia interromper essa felicidade. E assim passaram a noite toda.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Capítulo 11 - Cena 1


 O Reitor entrara pela gigantesca porta de sua casa, subira pela grandiosa escada, entrara pela porta de mármore de sua sala exclusiva para lazer, sentara em sua poltrona de couro de cobra, pensara, e mostra um sorriso maldoso.
- Estou livre. - disse ele para se mesmo. 
  O vilão levanta-se caminha em direção ao seu armário de bebidas, coloca um líquido transparente em uma taça. Ergue a taça. Quando, de repente, inesperadamente, a taça cai de sua mão e quebra em vários pedaços. Ele simplesmente não sentiu seu braço por um tempo. O Reitor ficara super assustado, mas logo depois o seu braço voltara ao normal.      

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Capítulo 10 - Cena 5

 Ricardo caminhava pelas ruas de São Paulo, sem retirar os pensamentos em Bianca. Quando, de repente, esbarrara com aquela linda moça por quem conhecera, e se apaixonara. Bianca olha-o assustada, mas ao mesmo tempo realizada.
- Ricardo?
- Esse é o nosso destino. - comenta Ricardo.
- Vamos, vamos conversar em algum lugar.
- Com você eu vou a qualquer lugar. - disse Ricardo.
 Bianca sorrir.
- Vamos?