Gabriella passara pela frente do hospital, quando choca-se com Daniel.
- Onde você estava? - pergunta Daniel. - Procurei você por toda parte, fiquei preocupado. Meu amor, eu acabei de saber da morte de Roberto. Você tem alguma coisa a ver?
- O que? Ele morreu?
- Onde você estava?
- Eu, eu, eu, estava. - disse ela nervosamente. - Amor. Você não confia em mim?
- Eu me preocupo com você, mas já que não quer dizer... Eu vou esperar, até você me dizer.
Gabriella o beija, como se fosse a última vez.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 5
Dois dias depois Daniel e Gabriella conversavam sentados na cama do hospital. Já era noite.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- Amor, você pode pedir a janta em outro lugar? Que a comida desse hospital é muito ruim.
- Ta certo.
Daniel levanta-se e sai pela porta. Pelos corredores do hospital Gabriella andava apressadamente vestida de enfermeira.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
- Cadê Emanuel?
- Saiu de manha e ainda não voltou.
Rafael deixa a arma sobre a mesa da sala e vai ao outro banheiro. Logo depois, Gabriella entra pela porta, e, com a mais plena calma, pega a arma, coloca dentro da bolsa e sai. Ao sair do banheiro, Rafael nota que a arma não estava mais lá.
- Os únicos que sabiam do apartamento eram Gabi e Emanuel. Tenho que ir agora. - pensou Rafael.
Ele sai desesperado.
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
- A comemorar meu último dia nesse país de merda, amanha, a essa hora, já estarei em Londres. Agora vou deixar tudo para trás com todos os meus inimigos.
Ele olha para porta do escritório e observa alguém parado apontando uma arma.
- Abaixe essa arma. - disse Roberto.
Do lado de fora escutavam-se quatro tiros. Minutos depois, carros de polícia chegavam à mansão. Ao entrarem na casa, observaram o corpo de Roberto caído no chão, com buracos de bala na cabeça.
- Quem matou Roberto? - indagou o delegado.
Capítulo 7 - Cena 4
Roberto tragava um cigarro quando Rafael entra pela porta e vai em direção ao pai.
- Mortos estão. - disse Rafael.
Roberto dar mais uma tragada:
- Mortos estão. - disse Rafael.
Roberto dar mais uma tragada:
- Muito bom, mas eu tenho uma péssima noticia pra você, daqui a cinco dias eu irei pra fora do pais, e você meu filho, vai se ferrar aqui mesmo, obrigado por tudo, mas não preciso mais de seus serviços, saia daqui, agora.
- Desgraçado, desgraçado, você vai pagar caro. - disse Rafael.
Rafael sai correndo desesperado. A campainha toca. Roberto abre a porta e era Ricardo.
- Ricardo? O que você faz aqui?
- Tio, depois que meu irmão morreu, decidi vir pra cá pra reencontrar alguns familiares, fiquei dias te procurando, e agora lhe encontrei.
- Saia daqui agora, depois que a vaca da sua mãe morreu, prometi pra mim mesmo, deixar você e o seu irmão na sarjeta.
Roberto fecha a porta na cara de Ricardo. Ricardo fica vagando pelas ruas.
Capítulo 7 - Cena 3
De uma hora para outra, o apartamento de Daniel explode, fogo para todos os lados. Rafael, Paulo e Emanuel, estavam no carro em direção a casa de Roberto.
- A essa hora o apartamento já deve ter explodido, e aqueles dois mortos.
Quando menos se espera Daniel saia dos destroços com Gabriella desmaiada em seus braços, ele conseguiu todas as forças para conseguir escapar. Coloca Gabriella em cima da grama do parque.
- Nós nunca nos separaremos, eu prometo meu amor. disse Daniel.
Gabriella é levada pela ambulância e Daniel fica a observar os destroços de seu apartamento, uma vida inteira de trabalho de seus pais jogada ao ar.
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 2
Ao anoitecer, Daniel dormia em sua cama com sua amada Gabriella, vivendo os mais lindos sonhos. Enquanto isso Rafael, Paulo e Emanuel, esperavam em frente ao apartamento. Paulo segurava um maleta que continha doze bananas de dinamite. Arrombam a porta do apartamento, entram na cozinha e analisam a área. Daniel desperta, levanta-se da cama e fica a observar Gabriella. Ao escultar um barulho vindo da cozinha, ele vai em direção ao local onde os bandidos estavam. Rafael espalhava os dinamites por todo canto da cozinha, Paulo vigiava a porta e Emanuel no carro dando cobertura. Daniel observa Rafael, caminha em direção dele, deu um soco tão forte que Rafael caiu no chão.
- Desgraçado, saia daqui, ou eu chamo a polícia. - disse Daniel.
Rafael levanta-se encara Daniel.
- Vai, chama, chama que eu explodo isso aqui, vai, pode chamar.
- Seu covarde.
- Melhor um covarde vivo, do que, um valente morto.
Quando menos se espera, escultam-se sirenes. Rafael fica desesperado:
- Você teve sorte, mas nós ainda vamos nos encontrar, e ai, e ai, é que vai ser o teu fim.
Rafael sai correndo pela porta.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Capítulo 7 - Cena 1
Emanuel, Paulo e Rafael estavam sentados no sofá escutando as ordens de Roberto, que rondava a sala inteira.
- Eu já disse, aqueles dois não vão passar de hoje. Quero que entrem na casa desse Daniel e coloquem uma dinamite, da mais potente que tiver, essa noite vamos ver poeiras ao ar.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 6
Roberto estava sentado em sua poltrona, quando Rafael desesperado vai na direção dele:
- Pai, ela descobriu, a Gabriella descobriu tudo.
- Pai, ela descobriu, a Gabriella descobriu tudo.
- O que? Não pode ser, isso não! Agora se ela procurar a família, e contar tudo pra polícia, eles podem voltar e me prender. Olhe, você vai fazer tudo que eu mandar, você, Paulo e Emanuel. Eu não posso que é muito arriscado. Quero que vocês matem, acabem, exterminem Gabriella e o seu namoradinho, esse namorado dela pode nos trazer muitos problemas. Quero ver sangue jorrar. Mais uma coisa, ninguém poderá saber disso. Uma única coisa te garanto: em poucos meses estaremos bem longe desse país de merda. - disse Roberto.
- O senhor manda.
- Agora! - grita Roberto.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 5
Daniel andava pelas ruas pensando em Gabriella. Quando menos espera Gabriella, desesperada, choca-se com ele.
- Meu amor, o que foi?
Gabriella não consegue se comunicar.
- Calma meu amor, eu estou aqui com você, e vou ficar com você. - disse Daniel.
As lagrimas corriam pelo rosto apavorado de Gabriella.
- Você... É a única pessoa em quem eu confio. - disse Gabriella.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 4
Após o enterro de Gabriel, Bianca encontrara uma mensagem no celular de seu amado.
- Desgraçado, você matou meu amor, agora você vai pagar caro. - disse Bianca após olhar a mensagem.
- Desgraçado, você matou meu amor, agora você vai pagar caro. - disse Bianca após olhar a mensagem.
Capítulo 6 - Cena 3
Roberto em seu escritório conversava com Rafael.
- Filho, você nem sabe, eu acabei de matar um tio de Gabriella, era o único parente que ainda procurava por ela. - disse Roberto.
- Filho, você nem sabe, eu acabei de matar um tio de Gabriella, era o único parente que ainda procurava por ela. - disse Roberto.
- Aquela tonta, nunca saberá que na verdade é filha do grande governador morto em 1991, e que na verdade foi o senhor que o matou e a sequestrou do braço da mãe. - comenta Rafael.
- Fale baixo, ela pode escultar.
Mas o que eles não sabiam era que Gabriella escultara tudo atrás da porta, e morrera de chorar:
- Esse desgraçado vai morrer.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 2
Reinaldo e Ítalo, conversavam em um banco em uma pequena praça na grande São Paulo.
- Cara, vou te confessar uma coisa. - disse Ítalo.
- Diga, pode dizer. - comenta Reinaldo.
- Você sabe o motivo verdadeiro de eu vir pra cá?
- Sei, você queria viver outra vida.
- Não.
- Então diga...
- Olhe, ninguém poderá saber.
Reinaldo se assusta:
- Diga logo.
- Você conhece o empresario Roberto? Dono da empresa A.S.E.R.
- Sim, conheço.
- Um tempo antes, ei vi meu pai ser assassinado por ele.
- E.......
- Ele vai morrer, o plano está todo arquitetado.
Reinaldo inclina-se:
- Você pode contar comigo.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Capítulo 6 - Cena 1
Mais um dia amanhece em São Paulo. Daniel acordara em sua cama sozinho, pensativo, com uma vontade enorme de vê Gabriella. Ele suspira:
- Meu amor, meu grande amor, quero ficar a minha vida inteira ao seu lado, lhe fazendo feliz, em todos os momentos da sua, e da minha vida.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Capítulo 5 - Cena 5
Daniel e Gabriella corriam pelos campos verdes, se divertiam muito, brincavam, se amavam, namoravam. Param em frente a uma grande arvore.
- Eu te amo. - disse Daniel.
- Eu quero ficar a minha vida inteira ao seu lado.
- Se depender de mim... Você não vai se ver longe de mim.
Gabriella sorrir:
- No dia vinte, vai ocorrer à festa de São João da Universidade, vamos.
- Claro, vai ser ótimo.
Os dois se beijam.
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