Dois dias depois Daniel e Gabriella conversavam sentados na cama do hospital. Já era noite.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- E ai amor, vou pedir seu jantar. - comenta Daniel.
- Amor, você pode pedir a janta em outro lugar? Que a comida desse hospital é muito ruim.
- Ta certo.
Daniel levanta-se e sai pela porta. Pelos corredores do hospital Gabriella andava apressadamente vestida de enfermeira.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
No apartamento de Paulo, Rafael, segurando uma arma, andava de um lado para o outro. Apreensivo, pergunta para Paulo, que estava no banheiro.
- Cadê Emanuel?
- Saiu de manha e ainda não voltou.
Rafael deixa a arma sobre a mesa da sala e vai ao outro banheiro. Logo depois, Gabriella entra pela porta, e, com a mais plena calma, pega a arma, coloca dentro da bolsa e sai. Ao sair do banheiro, Rafael nota que a arma não estava mais lá.
- Os únicos que sabiam do apartamento eram Gabi e Emanuel. Tenho que ir agora. - pensou Rafael.
Ele sai desesperado.
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
Na casa de Carlos sua mãe estava desesperada, pois o seu filho saiu há muito tempo e ainda não voltou.
Amanda saia correndo de casa por algum motivo, e Allan em seu quarto, escondia algo em sua maleta.
Gabriella entrara pelos portões da casa de Roberto, segurando o revólver fortemente, quando Rafael a empurra, a moça cai no chão e a arma vai parar entre os arbustos do jardim. Os dois trocam olhares sérios. Correm em direção ao revólver. Roberto estava sentado em sua poltrona com uma taça de vinho em mãos:
- A comemorar meu último dia nesse país de merda, amanha, a essa hora, já estarei em Londres. Agora vou deixar tudo para trás com todos os meus inimigos.
Ele olha para porta do escritório e observa alguém parado apontando uma arma.
- Abaixe essa arma. - disse Roberto.
Do lado de fora escutavam-se quatro tiros. Minutos depois, carros de polícia chegavam à mansão. Ao entrarem na casa, observaram o corpo de Roberto caído no chão, com buracos de bala na cabeça.
- Quem matou Roberto? - indagou o delegado.
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