Meses depois. Todas as saídas da prisão foram fechadas para evitar fuga.
Hugo estava deitado na pequena e dura cama de sua cela quando, um policial
disse.
- Visita para você Hugo.
Minutos depois, Hugo estava entrando na sala de visitas. Na
cadeira estava sentado Daniel.
- O que faz aqui? - indagara Hugo.
- Sente-se porra. - ordenou Daniel.
Hugo sentou-se.
- Por que, você tentou me separar da mulher que amo? - indagara
Daniel.
- Vou te confessar uma coisa. Desde que éramos crianças, eu tive inveja
de você. Por exemplo. O seu gato que morreu atropelado. Fui eu que matei. Você
sempre ficava com as meninas nas festas, e eu só. Eu vi a Gabriella primeiro,
mas você ficou com ela. As minhas namoradas, gostavam mais de você.
Daniel ficara irado:
- Seu merda. Qual o motivo de matar o Roberto?
- Primeiramente, - disse Hugo. - o Reitor é meu padrinho.
Sou cúmplice dele. Quando o seu primo Erick morreu inexplicavelmente,
fui eu que o matei. A mando do meu querido padrinho.
Daniel cospe no rosto de Hugo.
- Pensei que éramos melhores amigos. - disse Daniel.
- Sempre te odiei. - comenta Hugo.
- Você é o demônio. - disse Daniel chorando muito.
- Eu vou ter que passar vinte anos aqui, e não estou reclamando.
- O inferno é pouco pra você. - Daniel saíra.
Ao entrar de novo na cela, Hugo percebera que seus
quatro companheiros de cela estavam furiosos.
- O que foi? - indagara Hugo.
- Soubemos que você e o Reitor tinham planos para fugir daqui sozinhos e
nos deixar aqui. - disse Emanuel.
- O que vocês vão fazer comigo?
- De hoje em diante a sua vida aqui vai virar um inferno. - disse Paulo.
- Primeiramente vamos te espancar até você ficar sem falar. Ninguém vai te
ajudar, porque os próprios tiras receberam dinheiro pra não fazer nada.
Todos agarram Hugo.
- Não! - gritara Hugo.
O vilão passara a noite inteira sendo espancado.
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