Semanas
depois. Em uma cidade pobre da África estava chovendo demasiadamente. Em uma
pequena casa de palha, estava acamado o grande Reitor. A sua doença já se
desenvolvera bastante. Ele não conseguira falar, não conseguira comer direito,
não conseguira respirar muito bem, perdera todos os seus movimentos. Um
grandioso ódio crescia dentro dele, mas não podia expressar-se. Lagrimas
desciam nos seus olhos. O vilão só pensava no ódio de todas as pessoas que
conhecera. No pouco tempo que lhes restara de vida. Seus olhos estavam
vermelhos, como fogo. Goteiras de água caiam na sua cabeça. A cama em que ele
estava, encharcada se encontrava. Como o Reitor sobreviveu ao desastre aéreo,
e como chegara neste local miserável, não irei contar. Mas o grande vilão, não fará mais
nenhum mal para ninguém.
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