Mais um dia amanheceu. A cidade estava brilhante. E pelas ruas de São Paulo, um carro funerário, levava o cachão que continha o corpo de Roberto. Muitas pessoas atrás do carro, acompanhando o enterro. Gabriella estava o mais próximo possível do carro. Rafael se aproxima:
- Sua assassina.
- Seu louco, você foi que matou ele. - disse ela sem mudar o olhar.
- A justiça vai ser feita. - disse Rafael.
- E você... Vai ser preso.
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